Thaisa Galvão

16 de maio de 2020 às 23:35

Em artigo na Tribuna do Norte, governadora Fátima faz apelo à população e pede união de todos para evitar mortes por covid no Rio Grande do Norte [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da governadora Fátima Bezerra, em artigo publicado na edição deste domingo do jornal Tribuna do Norte:

União para garantir a vida

Fátima Bezerra

Governadora do RN

A etimologia do termo pandemia diz: todo o povo. E o que vivemos nessa crise que afeta a humanidade, que já matou centenas de milhares de pessoas e impactou, mesmo que temporariamente, a economia mundial. Crise de dimensão sanitária, econômica e social, que em nosso país se soma a uma crise política e institucional. Infelizmente, o Brasil parece estar se tornando o novo epicentro da pandemia.

Temos figurado entre os países com maior quantidade de casos da Covid 19, mesmo sendo um dos países com menor volume de testagem, o que indica que os números reais são muito superiores aos apresentados.

A saída de dois ministros da saúde, em plena pandemia, escancara a falta de um comando único por parte do Governo Federal e um programa consistente de combate à Covid que, em parceria com os estados e os municípios, se voltaria para a aquisição de respiradores e EPIs, mais testes, habilitação de leitos de UTI, entre outras ações necessárias para esse enfrentamento.

Enquanto Governo do Estado, temos nos empenhado em enfrentar essa situação de forma séria, científica, equilibrada e ordenada. Dialogando com os vários segmentos da sociedade, em integração com os demais Poderes, temos adotado as medidas de restrição que nos orienta a ciência. Ao mesmo tempo, batalhamos dia a dia para a ampliação de leitos.

Mesmo em meio a incomensuráveis dificuldades de aquisição de insumos já conseguimos ampliar nossa rede em mais 225 leitos, sendo 139 de UTI e 86 clínicos.

Sabemos que o distanciamento social exige o sacrifício de todos e traz implicações difíceis, às quais temos buscado mitigar com políticas de assistência social e de apoio às empresas, mas ele é o caminho mais rápido e seguro para que possamos preservar a vida, recuperar a nossa economia e o convívio social e familiar.

As consequências do não distanciamento, por sua vez, não podem ser remediadas.

Ficar em casa, nesse momento, é um dever cívico e de respeito pela vida. As medidas que tomamos desde o início foram decisivas para que não entrássemos em colapso, mas é fundamental que esses regramentos tenham o engajamento das pessoas.

De nada adiantam os decretos ou regramentos se não tivermos um bom nível de adesão às medidas. Os baixos índices de distanciamento social que temos registrado têm sido objeto de preocupação e análise por parte do comitê de especialistas e do governo.

Atualmente temos ações judiciais em trâmite aqui no estado contrárias e favoráveis ao lockdown (ou confinamento), que é a medida mais extrema de distanciamento. Neste caso é preciso esclarecer: este é um Governo que dialoga com todos os setores da sociedade. mas em se tratando de medidas restritivas ou de retomada das atividades, quem nos dá a linha é o nosso comitê científico, que é uma instância de decisão onde se encontra também a Secretaria de Estado da Saúde Pública.

Sabemos que a baixa adesão ao distanciamento pode acarretar uma aceleração na propagação da doença e pressionar o sistema de saúde público e privado do Estado acima de sua capacidade. Portanto, faço aqui mais um alerta e um apelo: para a fiscalização e o cumprimento das medidas de isolamento é imperativa a participação das Prefeituras para que façam aquilo que está na competência dos municípios. Queremos contar com as lideranças comunitárias, com as igrejas, com os parlamentares, com a imprensa, com os artistas, com todos que possam ajudar a convencer a população daquilo que é o mais efetivo no controle da pandemia: o isolamento. Precisamos de todos para enfrentar esse inimigo comum que nos ameaça. E então poderemos, juntos, tirar lições importantes da pandemia, acreditando firmemente que vamos superar a guerra contra o vírus e garantir aquilo que nós dispomos de mais sagrado: a vida!

16 de maio de 2020 às 22:23

Prefeito Álvaro Dias relata ações para combater efeitos da chuva em Natal e anuncia novo espaço para acolher moradores de rua durante a pandemia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sábado de trabalho dobrado na Prefeitura de Natal.

Além das ações sociais por causa da pandemia, a chuva da noite inteira que provocou alagamentos na capital.

Sobre a chuva, que segundo a previsão meteorológica continuará neste domingo, o prefeito Álvaro Dias anunciou a criação de um comitê de alerta composto por representantes de 5 Secretarias e a ampliação do efetivo da Defesa Civil.

Sobre a pandemia, o prefeito abriu mais um espaço para acolher moradores de rua.

16 de maio de 2020 às 21:01

Estilista neta do ex-governador Radir Pereira e sobrinha-neta de Nevaldo Rocha troca o mundo da moda pela solidariedade em São Paulo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A revista Veja dessa semana mostra na sua seção ‘Gente’ dessa semana, a nova missão da estilista Helô Rocha, que durante um tempo instalou na avenida Afonso Pena, em Natal, a loja da marca dela – Têca – que fez sucesso durante muito tempo, inclusive nas passarelas das semanas de moda do Brasil como a São Paulo Fashion Week.

A “potiguar” nascida no outro Rio Grande – o do Sul – é filha de Nelson Rocha, falecido quando ela era pequenininha, e da arquiteta Aldanisa Sá.

Helô era neta de Radir Pereira, ex-governador do Rio Grande do Norte. E o padrasto, Múcio Sá, ex-deputado federal.

Eis a publicação da Veja:

16 de maio de 2020 às 3:25

Empresário potiguar Flávio Rocha ainda não respondeu se vai declarar guerra ao governo de São Paulo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O empresário potiguar Flávio Rocha ainda não se pronunciou nas suas redes sociais sobre a reunião da quinta-feira com o presidente Jair Bolsonaro.

Por videoconferência com parte do PIB brasileiro, Bolsonaro sugeriu que eles declarassem guerra ao estado de São Paulo, como continuidade de uma guerra política que já foi travada entre ele e o governador João Dória.

Resta saber se Flávio, empresário que investe em São Paulo, vai declarar guerra ao maior estado brasileiro, ao estado que mais produz, e ao estado que sofre a maior crise como epicentro do coronavírus no Brasil.

Pelo menos nas redes, Flávio não se pronunciou.

Mas a declaração de apoio ao presidente Bolsonaro ele fez na semana, quando deixou o instituto Brasil 200, fundado por ele, e hoje presidido pelo seu sobrinho Gabriel Kanner.

No episódio da saída do ministro Sérgio Moro, Kanner se posicionou do lado de Moro.

Flávio deixou o Brasil 200.

16 de maio de 2020 às 3:21

Morte de Marielle tem mais envolvidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Radar, na Veja:

16 de maio de 2020 às 3:05

Sem compromisso com a Ciência, general comandará a Saúde até assinar protocolo recomendando uso da cloroquina [2] Comentários | Deixe seu comentário.

O general Eduardo Pazuello vai ficar como ministro interino da Saúde até assinar o protocolo que vai recomendar o uso de cloroquina logo que alguém for diagnosticado com covid.

Não é médico, logo não tem compromisso com a Ciência.

Vai atender a ordem do chefe “e ponto final”.

Depois do protocolo assinado e publicado no Diário Oficial da União, Pazuello volta a ser o número 2 do Ministério da Saúde, e o presidente tenta nomear um médico para comandar a pasta.

16 de maio de 2020 às 2:28

Cirurgião plástico conhecido como Doutor Hollywood pede a Bolsonaro para assumir o Ministério da Saúde [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será que o Ministério da Saúde virou piada, gente?

O cirurgião plástico Robert Rey, conhecido pelo reality show Dr. Hollywood, está se oferecendo para ser o ministro da Saúde do Brasil.

Ele gravou um vídeo dentro de um avião, nos Estados Unidos, oferecendo o seu nome ao presidente Bolsonaro.

Diz que apoia Bolsonaro e apoia cloroquina, mas tem novas ideias.

O Doutor Rey quer ser o ministro da cloroquina, da abertura geral da economia

“Como cidadão brasileiro tenho o direito de pedir, de ser considerado a posição de Ministro da Saúde do Brasil”, afirmou o médico artista.

Artista mesmo.

Confira:

Em 2018 Dr. Rey chegou a pedir um encontro com o presidente para assumir o ministério.

Na época não foi nem recebido por bolsonaro.

16 de maio de 2020 às 1:52

Oiticica: Firme no cargo no governo Bolsonaro, sobrinho de Henrique Alves comanda o Dnocs no RN desde o segundo mandato de Lula [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A polêmica suspensão da retomada das obras da barragem Oiticica, em Jucurutu, provocada pelo não cumprimento dos protocolos de combate ao coronavírus por parte das empresas EIT e Encalso, deixando em risco de contrair a doença os trabalhadores das obras, levanta um assunto…

O Dnocs trocou de comando.

O órgão foi o primeiro negociado pelo governo Bolsonaro com o Centrão, grupo de partidos que sempre estiveram na porta do Palácio do Planalto em troca de cargos, e que Bolsonaro jurou de pés juntinhos que a ele não se renderia atééééé…se render.

E negociar.

Pois bem.

Mas a troca no comando nacional do Dnocs não mexeu uma linha no Rio Grande do Norte que mantém no cargo de coordenador estadual, José Eduardo Alves.

Alves é sobrinho do ex-deputado Henrique Alves, responsável pela nomeação dele em agosto de 2007, no segundo mandato do presidente Lula.

E seguiu no cargo nas gestões de Lula, de Dilma Rousseff, de Michel Temer e agora de Jair Bolsonaro.

Segue seguro.

Pode até não ter mais Henrique Alves como padrinho, apesar de ter como líder, mas tem o aval do primo deputado Walter Alves e a segurança no cargo do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O Dnocs está no organograma da pasta comandada por Marinho, que tem boa relação com Henrique.

No comando geral do Dnocs, com sede em Fortaleza, assumiu Fernando Marcondes de Araújo Leão, indicado pelo deputado Sebastião de Oliveira (PL-PE) que foi um dos alvos da segunda fase da Operação Outline, desencadeada na semana passada para apurar desvios em contrato de R$ 190 milhões.

Primeiro deputado do Centrão a escolher um cargo para indicar, Sebastião teve três endereços vasculhados pela Polícia Federal: o apartamento funcional em Brasília e as residências de Recife e de Gravatá.

Ele foi secretário de Transportes de Pernambuco e é acusado de irregularidades e pagamento de propina.

16 de maio de 2020 às 1:32

De Paulo Guedes na reunião ministerial: “É preciso vender logo a porra do Banco do Brasil” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ministro do STF Celso de Mello vai assistir ao vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, que aos poucos vai vazando detalhes…

Depois de assistir, Mello vai definir, e isso só cabe a ele, se vai liberar geral ou se manterá partes da gravação sob sigilo.

Mas…

Sigilo pra quê se todo dia uma parte da história é contada?

A mais nova quem conta é a colunista Bela Megalle, de O Globo, e partiu de Paulo Guedes, ministro da Economia, falando sobre privatizações.

“É preciso vender logo a porra do Banco do Brasil”, teria dito o ministro na reunião onde se destacava quem falava mais palavrão e quem falava mais absurdo.