Thaisa Galvão

14 de junho de 2020 às 23:54

Preso em Brasília apoiador de Bolsonaro acusado de participar de ato contra o STF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Foi preso neste domingo em Brasília, Renan Sena, apoiador do governo Bolsonaro e ex-funcionário terceirizado do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

Ele foi detido por policiais à paisana por crimes de calúnia e injúria, após divulgar vídeo com ofensas contra autoridades do Supremo Tribunal Federal, do Congresso Nacional e contra o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

Renan Sena é acusado de ter participado do ato contra o STF no sábado à noite.

14 de junho de 2020 às 22:20

Prefeito Álvaro Dias agradece doação de álcool 70% da Assembleia Legislativa para a Secretaria de Saúde [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Seguindo com a entrega de máscaras protetoras e álcool 70% para hospitais de referência do covid em todo o Rio Grande do Norte, a Assembleia Legislativa entregou 10 mil litros de álcool à Secretaria de Saúde de Natal.

O material foi recebido pelo secretário George Antunes, e nas redes sociais o prefeito Álvaro Dias agradeceu.

Esta semana a Assembleia vai levar máscaras e álcool para hospitais de Mossoró, Apodi e Assú.

14 de junho de 2020 às 22:06

Internado com covid, Padre Francisco Fernandes relata melhora no quadro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Internado há 5 dias com covid, o Padre Francisco Fernandes, titular da Paróquia do Bom Jesus das Dores, em Natal, vem postando todos os dias em seu instagram o seu boletim médico.

Neste domingo um bom sinal de regressão dos sintomas da doença.

14 de junho de 2020 às 20:56

FaceApp: Brincadeira do instagram para revelar como a pessoa seria no sexto oposto pode ser mais um golpe [0] Comentários | Deixe seu comentário.

No instagram, a febre do final de semana foram as postagens de pessoas comparando sua imagem com a que teria o sexo oposto.

Como uma mulher seria se fosse homem.

Uma brincadeira que pode dar prejuízo a muita gente, que certamente se esqueceu que isso já aconteceu.

Leia publicação da revista Exame de julho do ano passado, quando essa mesma “brincadeira” encheu os perfis do instagram, com as pessoas postando como seriam se fossem mais velhas.

Confira:

São Paulo – Nos últimos dias, a internet foi inundada por imagens que mostram como as pessoas ficariam mais velhas. A façanha era do aplicativo FaceApp, disponível para Android e iPhone. Se você leu os termos de privacidade do app, já sabe. Se não, saiba que o programa, como vários outros do gênero, recolhe dados dos internautas e os cede para anunciantes.

Desenvolvido pela companhia russa Wireless Lab, o app informa em seus termos de uso que faz a coleta e o compartilhamento de informações de seus usuários com terceiros. As informações cedidas vão além das imagens publicadas pelo próprio aplicativo e incluem até mesmo os histórico de navegação do usuário.

De acordo com o informações listadas no site da empresa, o aplicativo pode coletar informações do registro de navegação, além de arquivos de cookies e demais informações sobre o dispositivo em que o aplicativo foi utilizado. O dado mais crítico, contudo, é o endereço de IP, uma espécie de CEP digital capaz de indicar a localização geográfica em que a conexão foi realizada.

Sobre a cessão dos dados para terceiros, a empresa ainda informa que não vai fazer a alugar ou a vender as informações coletadas sem o consentimento do usuário. Ao falar sobre terceiros, a companhia refere-se a outras empresas que fazem parte do mesmo grupo do FaceApp. Vale lembrar, porém, que todos os usuários que utilizaram o aplicativo concordaram com os termos de uso.

A prática não é incomum no mercado de tecnologia. Empresas de aplicativos normalmente cedem dados a anunciantes ou consolidam os dados e oferecem acesso a determinados públicos, como fazem Facebook e Google. No entanto, é importante ressaltar que tais dados não podem ser usados de modo a identificar usuários individualmente. As informações compartilhadas são anônimas.

Apesar de ser criado por uma empresa russa, o FaceApp armazena seus dados em servidores nos Estados Unidos. O país ainda não conta com uma regulação específica em relação ao armazenamento e ao uso de dados pessoais de usuários por empresas, deixando-os mais desamparados legalmente em relação ao uso indevido de suas informações.

É diferente da Europa. No Velho Continente, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) entrou em vigor em 2018 e obrigou as empresas a entrarem na linha relação a privacidade de seus clientes. Porém, cidadãos europeus também estão protegidos pela lei de privacidade da União Europeia. Em caso de mau uso dos dados pessoais de usuários, as empresas estão sujeitas ao pagamento de multas que podem consumir integral ou parcialmente a margem de lucro.

No Brasil, a situação é semelhante. Como a companhia também não tem atuação física por aqui, o FaceApp não se enquadra na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor no ano que vem e é baseada na legislação europeia.