Thaisa Galvão

27 de agosto de 2020 às 2:06

Secretário Fernando Mineiro rebate críticas de Fábio Faria e lembra 4 folhas salariais deixadas em atraso pelo governo de Robinson [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O secretário de Governo Fernando Mineiro usou suas redes sociais para rebater críticas do ministro Fábio Faria à governadora Fátima Bezerra no caso da venda de ativos da Petrobras.

Mineiro e Fábio já foram aliados, quando o PT de Mineiro e o PSD de Fábio se uniram na campanha que elegeu Robinson Faria governador.

Mineiro foi o 1º líder do governo Robinson na Assembleia.

Agora eles são quase intrigados de ponta de faca se levar em consideração os ataques de Fábio à governadora.

Confira o vídeo de Mineiro.

27 de agosto de 2020 às 0:51

Habitação: A casa Azul do programa Verde e Amarelo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do especialista em marketing digital, Douglas Gomides, sobre a logomarca do novo ‘Minha Casa Minha Vida” do Governo Bolsonaro.

O programa habitacional foi lançado na terça-feira com o nome de “Casa Verde e Amarela”.

Verde e amarela!!

Azul é cor do PSDB.

26 de agosto de 2020 às 23:32

De novo: Sem querer responder porque a mulher recebeu 89 mil reais de Queiroz, Bolsonaro chama repórter do Globo de ‘otário’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Pergunta que todo jornalista deve fazer ao presidente Jair Bolsonaro todas as vezes que encontrá-lo:

“Presidente, por que sua esposa Michelle recebeu R$ 89 mil do Fabricio Queiroz?”

Porque a pergunta é tão necessária quanto a resposta.

Porque nem é normal nem legal um auxiliar de um filho de um presidente que é deputado, fazer depósitos em dinheiro na conta de uma primeira dama, e essa primeira dama nem justificar o “recebido”, nem declarar no imposto de renda, já que se trata de uma quantia alta: 89 mil reais.

Em vez de responder sobre os “recebidos” da primeira dama, o presidente briga com os jornalistas, que já começaram a se divertir com tanto destempero.

“Vontade de encher sua boca de porrada”, disse Bolsonaro a um repórter do Globo.

“Otário”, disse a outro, a um repórter do “Estado de Minas”.

Leia a reportagem com o novo ataque de Bolsonaro para não ter que responder porque sua mulher recebeu 89 mil reais do auxiliar do gabinete do filho….

IPATINGA (MG) – Três dias após dizer a um repórter do GLOBO que estava com vontade de “encher a boca” dele de porrada , o presidente Jair Bolsonaro se recusou novamente a responder a perguntas de jornalistas sobre os depósitos de R$ 89 mil feitos por Fabrício Queiroz e a mulher dele, Márcia Aguiar, na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Durante cerimônia de religação de um alto-forno na siderúrgica Usiminas, em Ipatinga, no interior de Minas Gerais, Bolsonaro chegou a ser questionado por um jornalista do Estado de Minas se ele se arrependia de ter dito ao repórter que tinha vontade de “encher a boca” dele de “porrada” e de chamar jornalistas de “bundões” . O presidente se irritou com a pergunta, disse que não tinha arrependimento, mas que lamentava se tinha “pisado na bola”.

“Não tem arrependimento aqui, não. O que eu falei, está falado. Com todo respeito, tem alguma pergunta decente para fazer? Pelo amor de Deus. Ah, você se arrepende? O que está feito, está feito. Lamento se eu pisei na bola”.

No mesmo evento, ao ser perguntado pelo GLOBO novamente sobre os motivos que levaram Michelle a receber depósitos de Queiroz e Márcia, o presidente se recusou a responder e atacou o jornalista.

Você é um otário, rapaz. Otário”.

26 de agosto de 2020 às 19:13

Senador Jean-Paul convida ex-prefeito Carlos Eduardo Alves para participar de uma live para tratar sobre Petrobras [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O senador Jean-Paul Prates, pré-candidato a prefeito de Natal, fez um convite nesta quarta-feira ao ex-prefeito da capital, Carlos Eduardo Alves:

Os dois protagonizarem uma live para falar sobre a Petrobras.

Jean-Paul quer discutir com o ex-prefeito, com participação da população, sobre a relevância da empresa no Rio Grande do Norte e seu papel no futuro do estado.

O convite do senador foi feito depois do ex-prefeito usar as redes sociais para culpar a classe política do estado sobre a decisão da Petrobras de vender ativos no Estado.

26 de agosto de 2020 às 18:24

Senadores e deputados acionam Justiça Federal contra venda de ativos da Petrobras [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os senadores Zenaide Maia e Jean-Paul Prates, e os deputados federais Rafael Motta e Natália Bonavides, protocolaram nesta quarta-feira uma ação popular com um pedido de liminar na Justiça Federal, para impedir o encerramento das atividades da Petrobras no Rio Grande do Norte.

(A ação fala em atos lesivos ao patrimônio público e de sociedades de economia mista, como é o caso da Petrobras.

26 de agosto de 2020 às 17:27

Senador Jean-Paul Prates explica que luta em defesa da Petrobras desde quando era suplente e atuou junto aos governos Rosalba, Robinson e Fátima [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Especialista em política energética e regulação de petróleo e gás, o senador Jean-Paul Prates, autor do projeto que criou e presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras, relatou ao Blog o trabalho incansável de seu gabinete, desde quando a titular era a hoje governadora Fátima Bezerra e ele era suplente, na tentativa de manter os investimentos da estatal no Rio Grande do Norte.

“Articulei visitas da atual governadora à Petrobras, alertei à ‘governadora’ Rosalba, ao ‘governador’ Robinson, isso de não ter feito nada como bancada não cabe a mim”, disse Jean-Paul.

Jean-Paul defende que a venda dos ativos da Petrobras passe pelo Congresso já que a estatal foi criada por lei aprovada por deputados e senadores.

“O Supremo já havia autorizado a venda de subsidiárias, agora querem vender refinarias como se fossem subsidiárias, sem ser”, dissr o parlamentar, que se uniu à época a outros parlamentares e acionaram o STF contra o decreto do então presidente Michel Temer que simplificou a venda de ativos.

Segundo o senador, agora a Petrobras colocou à venda também a Refinaria de Guamaré, todo o parque de tanques, toda a logística de escoamento (dutos e estações de tratamento), o terminal de claros e escuros, as 3 UPGNs e os campos de grande produção de Canto do Amaro, Alto do Rodrigues, e todos os demais campos em produção, instalações de apoio, laboratórios, sistema de oleodutos, gasodutos e de emissários, e terminal de importação e exportação de cru e derivados.

“Não se trata da venda de quaisquer ativos descartáveis. Mas de uma venda que elimina, encerra a presença da estatal brasileira no Estado, realizada sem licitação, sem consulta ao Congresso e aos governos locais, sem transição ou preparação das condições locais que têm na Petrobras mais do que uma mera petroleira, mas uma empresa mista que também mantinha toda uma cadeia local industrial e de serviços”, afirmou.

Segundo Jean-Paul, a venda está sendo realizada sem transparência, em plena pandemia, “onde só abutres e oportunistas estão rondando ativos de vendedores desesperados, para comprá-los na ‘bacia das almas’. A Petrobras não precisa fazer essas vendas desta forma e agora”, concluiu Jean-Paul, sugerindo uma pesquisa em suas redes sociais onde estão todas as ações de seu mandato em defesa da Petrobras.

26 de agosto de 2020 às 16:34

Câmara aprova reforma da Previdência de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Câmara de Natal aprovou nesta terça-feira (25), por 20 votos a 7, a reforma da previdência da Prefeitura.

As alterações, exigidas após aprovação da reforma federal, tem prazo até 30 de setembro.

“São adequações à legislação federal e que o município sempre tratou como o estrito cumprimento do dever legal”, explica Thiago Marreiros, diretor-presidente do NatalPrev.

“Para se adotar o regime de progressividade, Natal precisaria adotar medidas para equilibrar atuarialmente o regime, implantando cobrança de inativos e mudanças nas regras de aposentadoria e pensão, mas consideramos mais justo um projeto mais enxuto, mas que cumpre, repito, o estrito dever legal, por parte do Município”, conclui o diretor-presidente do NatalPrev.

26 de agosto de 2020 às 12:27

Desinvestimentos da Petrobras no RN começaram em 2017 e de lá para cá Estado está no segundo governo e teve duas bancadas federais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Fazendo uma análise rápida do que vem acontecendo com a Petrobras no Rio Grande do Norte de 2017 para cá, fica a pergunta besta:

O que fez a bancada do Rio Grande do Norte para evitar?

O que fizeram os governos do Rio Grande do Norte para evitar?

A crise do desinvestimento explodiu no governo Robinson e se concretizou no governo Fátima.

Essa história de tentar encontrar um culpado não cola.

Nesse período de 2017 a 2020 o Rio Grande do Norte, além de dois governos, teve duas bancadas federais.

26 de agosto de 2020 às 12:23

Programa nacional da Petrobras anunciado em 2017, e que está sendo posto em prática, provocou queda de 77% nos investimentos do RN, como afirmou secretário do Governo Robinson Faria [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Dá preguiça viu?
Ver o ministro Fábio Faria falando em preocupação com “o fim das operações da Petrobras no RN”, dizendo que a estatal “não virou puxadinho e nem foi loteada entre grupos políticos”…
E justificando agora que as “decisões de investimentos são técnicas e visam a viabilidade econômica”…
Não era bem o que ele pensava quando o pai, Robinson Faria, era governador do Rio Grande do Norte, e travava a mesma luta com a Petrobras.
Fábio era deputado federal.
O google falando:

Em 2017 o secretário de Desenvolvimento Econômico do Governo Robinson, Flávio Azevedo, falava na queda de 77% no valor investido pela Petrobras no Rio Grande do Norte.
À época a Petrobras dizia que o ‘programa de desinvestimento’ era nacional e fazia parte de um Plano de Negócios que seria efetivado entre 2017, exatamente aquele ano, e 2021, o próximo.
Á época também, a Petrobras estava fazendo uma série de demissões, tanto de funcionários diretos como de terceirizados.

Leia reportagem da Tribuna do Norte, veículo que hoje tem exatamente o secretário citado na reportagem, como um de seus comandantes.

26 de agosto de 2020 às 12:16

Governador Robinson Faria declarou em 2018: “Petrobras desaqueceu, fechou, demitiu e prejudicou a economia do RN” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Já em abril de 2018, 8 meses antes de concluir sua gestão como governador, Robinson Faria se dizia ‘abandonado’ pela Petrobras.

Foi nessa entrevista que ele concedeu na Rádio Difusora de Mossoró, publicada pelo portal ‘Mossoró Hoje’.

“A Petrobras esqueceu o Rio Grande do Norte, desaqueceu aqui, fechou, demitiu, prejudicou a economia, muita gente demitida, os royalties caíram, que era uma receita muito importante para Mossoró e muito importante para o Estado”, declarou Robinson Faria, usando o mesmo discurso usado hoje pela governadora Fátima Bezerra.
Confira a publicação:

26 de agosto de 2020 às 12:11

Dizer que Petrobras não virou ‘puxadinho’ de grupos políticos é querer apagar a história recente do Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Engraçado ver o ministro Fábio Faria falando que a Petrobras “não virou puxadinho e nem foi loteada entre grupos políticos”…
Basta olhar um pouquinho mais para trás e chegar na delação premiada de Paulo Roberto Costa, um ex-diretor da estatal, que citou nomes de 28 políticos que recebiam mesadas da Petrobras.
Dinheiro que encheu bolsos de políticos e garantiu muitas reeleições pelo Brasil afora.

Entre os partidos óbvios da época como PT e PMDB, que eram governo, com PT na presidência e PMDB na vice, também o PP, com o maior número de políticos beneficiados com as mesadas da Petrobras.
PP do Centrão, que hoje senta no colo do presidente Jair Bolsonaro, tendo seu filiado mais emblemático, o senador Ciro Nogueira, beneficiado pela Petrobras como citou o ex-diretor que foi condenado e preso, como acompanhante da comitiva presidencial em todos os estados do Nordeste.
Confira só um pouquinho do ‘puxadinho’ que se tornou a Petrobras…

26 de agosto de 2020 às 10:58

Diretor de Relacionamento da Petrobras diz que estatal está pronta para dialogar e adianta que venda será positiva para o RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do diretor de Relacionamento Institucional da Petrobras, Roberto Ardenghy, sobre a venda de ativos no Rio Grande do Norte, em entrevista ao repórter Ígor Jácome, do G1 RN.

“Não é negativa a saída da Petrobras. A Petrobras teve um ciclo no estado, realizou projetos que foram importantes, mas agora talvez seja o momento de entrar também outras empresas, com mais dinamicidade, com mais vontade de trabalhar esses projetos menores, e aí a Petrobras vai seguir seu caminho com projetos de outras naturezas”

O diretor disse que a estatal está pronta para dialogar com a governadora Fátima Bezerra, e adiantou ao G1 que, em vez de negativa, a venda dos ativos a pequenas empresas petrolíferas, poderá voltar a alavancar o mercado de óleo e gás no Rio Grande do Norte.

26 de agosto de 2020 às 10:54

Para diretor da Petrobras, venda de ativos no RN, BA, SE, AL e CE trará mais lucro aos estados e decisão não gera demissões, mas efetivos terão que ser transferidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O diretor de Relacionamento Institucional da Petrobras, Roberto Ardenghy, deixou bem claro em entrevista ao repórter Ígor Jácome, do G1 RN: não haverá demissões. “Ninguém vai ser demitido, não vai ter demissão em massa coisa nenhuma, como tem sido dito em alguns lugares por aí”.

Confira a entrevista completa.

O que significa essa venda de ativos? A Petrobras está saindo do Rio Grande do Norte?

As empresas de petróleo vivem de geologia, de resultados em termos de produção de petróleo e cada empresa tem um portfólio de negócios, tem uma quantidade de projetos que cabem na sua vocação e na sua maneira de produzir petróleo. A Petrobras, ao longo dos anos, pouco a pouco, vem desenvolvendo expertise, que hoje é mundialmente reconhecida, que é tirar petróleo de águas profundas e ultraprofundas. Nós somos simplesmente os líderes mundiais nesse segmento de óleo e gás. Não é por acaso que o pré-sal é uma descoberta da Petrobras em 2006, onde tem lá uma reserva gigante de petróleo e gás natural a ser desenvolvida. Então, no alinhamento estratégico da Petrobras, atual, indica que ali é onde a gente tem a maior possibilidade de gerar rentabilidade para a empresa, para o governo federal, que é o nosso acionista controlador, e para os 300 mil acionistas. Nós temos ações vendidas em bolsa e devemos também responsabilidade perante os nossos acionistas. Então, com base nisso, a Petrobras, a partir de 2015, começou a fazer uma reorientação do seu portfólio de projetos. Isso se dá também num contexto de abertura do mercado de petróleo e gás no Brasil, onde você está abrindo oportunidade para empresas independentes também operarem no setor de petróleo e gás. A Petrobras, até hoje, acaba tendo uma posição muito monopolista, em vários segmentos desse negócio de óleo e gás, como é o caso da exploração e produção. Para você ter uma ideia, por exemplo, na Colômbia ou na Argentina, 50% da produção desses dois países é feita por empresas independentes. No Brasil, menos de 2% da produção atual está na mão das empresas pequenas e médias. Isso é ruim para a economia brasileira, porque você não tem aquele segmento de pequenas empresas gerando muito mais empregos, mais renda, mais projetos, cada um escolhendo um nicho para trabalhar. Então, ao mesmo tempo que nós estamos fazendo essa reavaliação da estratégia e nos concentrando nos projetos em águas profundas e ultraprofundas, estamos abrindo o mercado para empresas menores.

Esse é o contexto em que se dá esse desinvestimento de projetos no Nordeste, que são projetos antigos – tem projetos que começaram na década de 1960, 1970 – que já produziram muito, já tiveram um momento muito bom e agora estão em uma fase declinante. Isso quer dizer que para uma empresa do tamanho da Petrobras não faz mais sentido, porque ao mesmo tempo que somos grandes, nós temos uma estrutura de custos muito alta, como toda empresa grande. Isso faz com que a gente tenha que se concentrar em projetos maiores e abrir oportunidade para empresas mais ágeis. E aí no Rio Grande do Norte já temos dois casos. Um é o caso do Riacho da Forquilha, que foi para uma empresa chamada 3R, que hoje produz 30% a mais que a Petrobras produzia naquele campo, gerando mais empregos, mais pagamento de impostos, mais royalties, e para a economia regional é bom. Então, nós não vemos essa “saída” – entre aspas – da Petrobras do Rio Grande do Norte. Primeiro que nós não estamos saindo do Rio Grande do Norte, nós mantemos alguns projetos em ambiente marítimo: temos dois prospectos que a Petrobras está analisando, de campos de águas marítimas aí na costa do Rio Grande do Norte. Então, ao mesmo tempo que nós estamos desinvestindo em campos terrestres, em águas rasas, estamos olhando o ambiente em água profunda.

Considerando que foi anunciado ontem a venda desses ativos, vocês têm uma expectativa de quando essa venda pode ser concluída?

Normalmente, nosso processo de desinvestimento de um ativo pode durar de um a dois anos, dependendo da dinâmica. Como é que acontece na prática? A gente solta esse boletim anunciando ao mercado que esse ativo está à venda com tais e tais características. Uma série de empresas olham essa oportunidade e mandam cartas para nós, manifestando interesse. Com base nessa carta, a gente abre para essas empresas o pacote de informações dando mais detalhe sobre cada um dos campos, como eles são, qual é a geologia, quanto de petróleo ainda tem lá, qual é a estrutura logística, todas as informações de caráter técnico. As empresas analisam esse pacote de informações, realizam visitas técnicas aos ativos.

Então, essa fase que a gente chama de vinculante, demora um pouco mais, porque as empresas levam mais tempo analisando, veem a parte ambiental, veem a parte tributária, quanto paga de royalties, faz todos os cálculos, e então fazem uma oferta. Isso deve demorar cerca de oito a nove meses. É estimativa, isso. Se o preço do petróleo, por exemplo, cair muito, a gente pode desistir, deixar mais para a frente. Se subir, pode apressar, porque o nosso objetivo, claro, é obter o maior valor possível. Essa é uma sistemática aprovada pelo Tribunal de Contas da União, então a gente tem essas etapas muito estruturadas. Então, depois que as empresas que se interessaram mandam suas ofertas, a gente escolhe um grupo de três ou quatro, que são as melhores ofertas, analisa cada uma, podemos chamar todas as quatro de novo e se escolhe finalmente a vencedora da licitação. Ai se negocia o contrato, e tem o processo de transferência do ativo.

Qual é a estrutura, em relação a funcionários, vocês têm no estado e para onde ela vai ser deslocada?

Todos os nossos funcionários, que nós temos hoje no Rio Grande do Norte, que estão afetados a esses ativos, ao Pólo Pirangi, a todos eles será oferecida a possibilidade de irem trabalhar em outro projeto que a Petrobras tenha, seja um projeto de refino, seja de gás natural, seja de produção onshore, offshore, em outro lugar do Brasil. Nós temos ainda uma grande quantidade de projetos espalhados pelo Brasil e nenhum funcionário da Petrobras perderá seu emprego. Só tem que ter mobilidade. A pessoa tem que realmente se dispor a sair daí, morar em Sergipe, na Bahia, em São Paulo, no Rio de Janeiro, onde a gente necessitar do empregado. Faz parte do contrato de trabalho, essa mobilidade. Se o funcionário quiser continuar no Rio Grande do Norte, eventualmente até continuar trabalhando nesse projeto com o novo adquirente, que é uma possibilidade, ele pode entrar num programa de demissão voluntária que a gente está oferecendo também, muito interessante, um ótimo programa com um bom pacote de benefícios para a pessoa sair da empresa e aí se juntar a esse novo adquirente. São as duas possibilidades. Ou seja, ninguém vai ser demitido, não vai ter demissão em massa coisa nenhuma, como tem sido dito em alguns lugares por aí.

A governadora do estado afirmou que vai entrar em contato com deputados federais e senadores do estado para buscar diálogo com a empresa e reverter essa situação. Existe volta ou esse é um projeto mais econômico que político e não tem volta para a Petrobras?

Como eu te disse. Isso faz parte de uma estratégia da empresa no sentido de se adequar aos novos tempos, até ao novo patamar do preço de petróleo. Nós, como empresa, temos obrigação de buscar maior rentabilidade, maior lucro nos projetos que a gente executa. Essa é nossa obrigação como empresa. No ano passado, a Petrobras foi a empresa que mais recolheu impostos no Brasil. Nós recolhemos R$ 248 bilhões de impostos. Então, nós damos uma contribuição importante para o desenvolvimento do Brasil pagando nossos impostos em dia, executando nossos projetos, mas a geologia é um condicionante enorme para as empresas de petróleo. Nós temos que buscar projetos onde a gente tenha rentabilidade suficiente. Para você ter ideia, todo esse pólo aí que a gente está vendendo está produzindo hoje 25 a 27 mil barris por dia, de todos os poços em todas essas concessões. Nós temos um poço do pré-sal, na bacia de Santos, que está produzindo, só um poço, 50 mil barris por dia. Um poço que produz o dobro de tudo o que a gente produz hoje no Rio Grande do Norte. Então você pergunta onde a empresa tem que concentrar seus esforços? É onde tem projetos dessa magnitude. É claro que o pré-sal é um ambiente muito desafiador, temos que botar uma unidade marítima de produção, com grande tecnologia, então isso exige muita mobilização de recursos. E esse é outro aspecto importante.

A venda desses polos não apenas gera oportunidade de novas empresas entrarem nesse segmento, como a 3R, como a Petrorecôncavo, aí no estado, que já são casos concretos. Isso tem acontecido em outros estados também, na Bahia, no Ceará, Sergipe, que a gente está vendendo esses ativos. Não é bom só para nós, que conseguimos diminuir nosso endividamento, mas também gera maior dinamicidade com novas empresas entrando. Então, nós não temos essa visão da saída da Petrobras desses projetos. E como eu disse: a gente continua olhando o offshore aí do estado. Temos dois projetos e estamos olhando. Se a gente encontrar um volume de petróleo e gás que seja interessante, a Petrobras vai desenvolver esses projetos, assim como está desenvolvendo projetos no pré-sal. Nós vamos atrás do petróleo onde ele estiver.

Essa questão da articulação política, então, não tem como fazer a empresa voltar atrás da decisão da venda desses ativos?

Olha, a decisão está tomada. Nós anunciamos. Mas estamos prontos para o diálogo. Nós mandamos uma comunicação para a governadora, explicando resumidamente qual é a motivação, e estamos abertos ao diálogo. A governadora é uma amiga da Petrobras, esteve conosco já algumas vezes falando sobre o setor de óleo e gás no estado, então não temos nenhum problema de dialogar com o governo do estado e estamos abertos à conversação, não temos nenhum problema de conversar com ela e com o secretariado do estado.

Mas o diálogo mudaria alguma coisa na decisão?

Sempre podemos conversar, ver a argumentação que o governo do estado vai trazer. Não afastamos nenhuma possibilidade. Estamos abertos a conversar.

Quando foi feito o comunicado ao governo do estado?

Foi feito de manhã (terça, 25). Nós soltamos o aviso ontem à noite (segunda, 24). Até o momento que a gente solta ao mercado, ele é confidencial, a gente não pode passar para ninguém, porque é uma informação reservada da empresa. No momento que a gente solta para o mercado é que a gente faz a comunicação oficial para os agentes públicos. Foi o que a gente fez hoje de manhã, avisando à governadora. Agora nós estamos no momento de fazer reunião com as empresas, oferecendo, dando mais detalhes sobre essa decisão e explicando a motivação, tirar um pouco essa ideia de que é uma coisa negativa, porque nós achamos e temos exemplos concretos de que isso vem em benefício à economia do estado. Não é negativa a saída da Petrobras. A Petrobras teve um ciclo no estado, realizou projetos que foram importantes, mas agora talvez seja o momento de entrar também outras empresas, com mais dinamicidade, com mais vontade de trabalhar esses projetos menores, e aí a Petrobras vai seguir seu caminho com projetos de outras naturezas.

O sindicato dos petroleiros tem uma preocupação com a situação ambiental. Algumas pessoas dizem que a Petrobras tem uma responsabilidade grande em relação à conservação e proteção ambiental, especialmente pelo risco da atividade, e que essas empresas menores não têm capacidade. Vocês concordam com isso?

Não é verdade. Os compromissos e a legislação ambiental são tão rigorosos para a Petrobras quanto para qualquer empresa que opere no Brasil. Quando uma empresa quer exercer atividade de produção de petróleo, tem que ir à ANP se credenciar como operadora, passa por um crivo do Ibama e da ANP, muito forte, para ver se a empresa tem condições de operar, toda a legislação aplicável à Petrobras é aplicável a essas empresas. Não há nenhum registro de diferença de tratamento ou de vazamentos, ou de coisas por conta dessas empresas. Não é pelo fato de elas serem menores, que elas não tenham essa preocupação e responsabilidade. Então, a gente não vê que só a Petrobras tem condição de fazer. A regulação serve para todo mundo e todo mundo tem que cumprir fielmente como é.

Vocês acreditam que essa venda possa ser a uma empresa única ou várias empresas vão se interessar?

Pode ser que aconteça um consórcio, porque esse projeto aí do Rio Grande do Norte é especialmente atrativo, e isso é uma coisa muito positiva para o estado, é de que ele tem tanto campos produtores em terra, que são essas 23 concessões, três campos em águas rasas, tem toda a estrutura de escoamento, tem a estrutura da área industrial de Guamaré e tem a refinaria Clara Camarão, com as unidades de tratamento, etc. Então é um projeto muito estruturado. Por isso a Petrobras teve preocupação de vender de maneira estruturada, porque faz muito sentido para uma empresa, ou um grupo de empresas, entrar. E a grande vantagem desse tipo de projeto é que a empresa, ao entrar, já tem possibilidade de fluxo de caixa porque já tem produção, ao contrário de você obter concessão, e ainda descobrir petróleo, fazer o projeto, perfurar o poço.

O projeto que a gente está oferecendo é um projeto já em produção. Então, é uma questão dessa empresa voltar a esses poços, repotencializar esses poços, trabalhar para aumentar a produção, como é o caso da 3R, que mencionei, no Riacho da Forquilha, que está produzindo 30% a mais do que produzia na época da Petrobras. O que eles fizeram? Voltaram aos poços, fizeram um trabalho de estimulação e hoje estão produzindo 30% mais de petróleo e gás, gerando mais ICMS, mais royalties. E a vantagem desse projeto de Pirangi é que essa empresa vai poder processar e refinar o próprio petróleo produzido na Clara Camarão. É um projeto bem interessante, e por isso a gente acha que vai vender de maneira bem favorável e vai gerar também muita atividade para a economia regional.

Você tem um valor mínimo que esses ativos vão alcançar?

Temos sim, mas não posso te dar o número. É claro que quando a gente vai oferecer ao mercado, a gente faz toda uma simulação de preço, que são controles nossos, inclusive para a gente modular, mas a gente não pode divulgar, claro, para não influenciar os eventuais ofertantes, mas nós temos estudos internos sim demonstrando a valoração desse polo.

A gente já vinha em um processo de venda de ativos no estado. Mas houve algo que acelerou esse processo?

Não. É porque a gente decidiu vender esse polo de uma maneira estruturada, porque a gente viu, como eu te disse, que existe uma sinergia. Uma coisa é vender o campo, depois o gasoduto, depois a PGN, depois a Clara Camarão, depois vende a logística de Guamaré. Isso aí a gente venderia cinco ativos e talvez não tivesse tanto resultado econômico, como quando vender ele de maneira estruturada. A gente achou que foi uma maneira mais razoável do ponto de vista econômica, que a gente concentrasse tudo dentro de uma mesma estrutura. E a gente acha que dessa maneira é onde a gente vai atrair mais competição. A gente está muito esperançoso que no caso do polo Pirangi a gente vai ter uma competição entre empresas interessadas.

Esse processo é só no Rio Grande do Norte ou em outros estados também?

Não. Estamos fazendo isso na Bahia, no Ceará, Sergipe, Alagoas. A Petrobras vai sair da atividade de produção em campos terrestres. Vai ficar uma empresa mais dedicada à produção em ambiente marítimo, que é muito a tecnologia que a gente desenvolveu especialmente no pré-sal, abrindo essa oportunidade para esse grupo. Já temos aí cerca de 40 empresas, hoje, no Brasil, operando ativos que eram originalmente da Petrobras e a grande maioria com grande resultado.

26 de agosto de 2020 às 10:16

Governadora quer audiência com o comando da Petrobras para tratar da venda de ativos no RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A venda de todos os ativos no Rio Grande do Norte pela Petrobras foi assunto da coletiva da governadora Fátima Bezerra nesta terça-feira.

A preocupação da chefe do executivo fez com que ela começasse a articular uma audiência na sede da Petrobras, na companhia da bancada federal.

26 de agosto de 2020 às 3:13

Senadora Zenaide comenta aprovação da PEC do Fundeb e diz que é filha da escola pública [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A senadora Zenaide Maia vem defendendo a renovação e permanência do Fundeb desde 2015, quando o projeto entrou em discussão e ela ainda era deputada federal.

Nesta terça-feira ela ajudou a aprovar em sessão do Senado e se pronunciou em plenário.

“Sou fruto da escola pública, eu nunca estudei em escola privada. Botamos na Constituição o Fundeb. Estou muito orgulhosa de fazer parte deste momento e proporcionar mais recursos para a nossa Educação Básica!”, discursou a senadora, que rendeu homenagem a duas de suas professoras primárias, Maria Luíza e Afra Góis.

O Rio Grande do Norte é um dos estados beneficiados com as novas regras de distribuição de recursos do Fundeb, que buscam corrigir as desigualdades hoje existentes no que diz respeito ao investimento que é feito anualmente por aluno e que difere muito de lugar para lugar.

A ideia é fazer com que a participação da União vá aumentando nos municípios mais carentes enquanto diminui nas cidades mais ricas, o que contempla a realidade de centenas de municípios do Nordeste, por exemplo.

Nenhuma modificação ao texto foi aprovada pelos senadores, que aceitaram integralmente o relatório do senador Flávio Arns (Rede-PR) que, por sua vez, acatou ao parecer dado pela deputada professora Dorinha Seabra (Dem-TO).

26 de agosto de 2020 às 2:58

Governadora Fátima repercute aprovação pelo Senado da PEC que torna o Fundeb permanente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A governadora Fátima Bezerra comemorou, na noite desta terça-feira, a aprovação da PEC do Fundeb pelo Senado.

O plenário aprovou a matéria por unanimidade e o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação passa a ser permanente e a ter mais recursos da União.

A Proposta de Emenda à Constituição aprovada na Câmara não recebeu nenhuma alteração por parte dos 79 senadores votantes.

O texto já será promulgado às 11 desta quarta-feira.

25 de agosto de 2020 às 8:16

Covid: DNA Center oferece exames complementares que auxiliam no diagnóstico, acompanhamento e tratamento da doença [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O DNA Center está oferecendo exames complementares para a Covid-19 que auxiliam no diagnóstico, acompanhamento e tratamento da doença.

Eles apresentam informações importantes com relação à evolução da doença, sendo alguns solicitados na fase intermediária e na fase tardia da doença

Diagnosticar a Covid-19 passou a ser algo fundamental para tentar diminuir os riscos de transmissão da doença e conter os efeitos severos que ela pode trazer para o organismo e a evolução do quadro de cada paciente necessita de uma série de outros exames que são imprescindíveis para definir as estratégias de acompanhamento e tratamento mais eficazes contra o coronavírus. O DNA Center se tornou-se referência no monitoramento da severidade da Covid-19 e conta com exames como Interleucina-6, D-Dímero, Proteína C Reativa – P CR, Ferritina, Pró-calcitonina, TGP, TGO, Bilirrubina, Albumina, Hemograma, LDH, TAP/TTPa, Bilirrubina, CPK, Troponina, Fibrinogênio e Zinco.

Dentre os exames destacados, os mais procurados são D-dímero, Hemograma, PCR, TGO, TGP, Ferritina, CPK, Troponina, Fibrinogênio, TAP/TTPa e LDH. Com a evolução da doença, as dosagens de IL-6 e procalcitonina (PCT) também têm sido bastante requisitadas.

“Alguns desses exames são solicitados junto com o RT-PCR (Swab), ao diagnóstico, exatamente para ter algum parâmetro de comparação em relação a evolução da doença. Alguns outros, são solicitados mais na fase intermediária e na fase tardia. A maioria é entregue ainda no mesmo dia da dosagem”, explicou a diretora técnica do laboratório, Andrea Fernandes.

Abaixo, mais detalhes sobre os exames complementares para a Covid-19 em uma entrevista com a farmacêutica e bioquímica Gioconda Leão, diretora Estratégica e de Pessoas do DNA Center:

 – Entre os exames para Covid-19 estão aqueles que podem indicar um agravamento da infecção no organismo do paciente. Quais os sinais que eles indicam?

Tivemos o cuidado de implantar dois exames imprescindíveis para o monitoramento da COVID-19. A quantificação da Procalcitonina (PCT) tem sido bastante utilizada para indicar coinfecção bacteriana em pacientes com COVID-19, que pode levar ao agravamento do quadro.

Outro marcador importante é a dosagem da Interleucina-6 (IL-6), pois, observa-se um aumento significativo nos níveis da IL-6 devido a uma hiperativação do sistema imune, denominada tempestade inflamatória de citocinas, uma complicação comum nos pacientes em fase crônica.

– Há indicativos de que a Covid-19 também pode afetar a coagulação sanguínea, as funções do fígado e até mesmo o funcionamento do coração. Esses exames complementares também auxiliam nessa observação?

Sim. A COVID-19 pode levar o organismo a um estado pró-trombótico. Nesse contexto, há relevância nas dosagens de D-dímero, Fibrinogênio, além da avaliação do TAP/TTPa, sendo essas recomendadas pela International Society of Thrombosis and Haemostasis (ISTH).

25 de agosto de 2020 às 5:18

Petrobras anuncia venda de todos os ativos no Rio Grande do Norte [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Polo Potiguar compreende os subpolos Canto do Amaro, Alto do Rodrigues e Ubarana, totalizando 26 concessões de produção, 23 terrestres e três marítimas.

Do G1/RN

A Petrobras divulgou nesta segunda-feira (24) o início do processo de venda da totalidade de suas participações em um conjunto de 26 concessões de campos de produção terrestres e de águas rasas, localizadas na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte. O detalhamento da oportunidade e os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais compradores foram publicados no site da companhia.

O processo trata da cessão dos direitos de exploração, desenvolvimento e produção de óleo e gás natural desse grupo de campos terrestres e de águas rasas, com instalações integradas, “visando fornecer aos potenciais compradores plenas condições de operação”.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa, a “operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia, passando a concentrar cada vez mais os seus recursos em águas profundas e ultra profundas, onde a Petrobras tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos”.

O chamado Polo Potiguar compreende três subpolos (Canto do Amaro, Alto do Rodrigues e Ubarana), totalizando 26 concessões de produção, 23 terrestres e três marítimas, além de incluir acesso à infraestrutura de processamento, refino, logística, armazenamento, transporte e escoamento de petróleo e gás natural. As concessões do subpolo Ubarana estão localizadas em águas rasas, entre 10 km e 22 km da costa do município de Guamaré. As demais concessões dos subpolos Canto do Amaro e Alto do Rodrigues são terrestres.

Segundo a Petrobras, a produção média do Polo Potiguar de janeiro a junho de 2020 foi de aproximadamente 23 mil barris de óleo por dia (bpd) e 124 mil m³/dia de gás natural.

Além das concessões e suas instalações de produção, está incluída na transação a Refinaria Clara Camarão, localizada em Guamaré, com capacidade instalada de refino de 39.600 bpd.

25 de agosto de 2020 às 5:15

Governadora Fátima quer apoio da bancada federal para tentar manter a Petrobras no RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da governadora Fátima Bezerra sobre a notícia da retirada da Petrobras do Rio Grande do Norte:

25 de agosto de 2020 às 4:01

Mesmo apontada como mandante da morte do marido, deputada Flordelis não foi presa só porque tem imunidade parlamentar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A deputada Flordelis só não foi presa nesta segunda-feira, com seus 5 filhos e uma neta, porque é deputada e tem imunidade parlamentar.

Olhe mesmo para que serve a tal imunidade.

Apontada como mandante da morte do marido, o pastor Anderson, e até acusada de já ter tentado acabar com a vida dele 8 vezes, Flordelis para ser presa será preciso que a Câmara casse o mandato dela.

Ela só seria presa se fosse pega em flagrante, o que não ocorreu.

O partido dela, o PSD, já suspendeu a filiação da deputada e vai entrar com um processo de expulsão do partido.

Por enquanto ela vai ganhando tempo até para fugir.