Thaisa Galvão

30 de novembro de 2020 às 4:34

Fátima Bezerra e Cinthia Ribeiro: única mulher governadora do Brasil e única prefeita eleita de capital [1] Comentários | Deixe seu comentário.

As eleições de 2020 terminam com as mulheres em posição de minoria total.

Somente uma mulher vai governar uma capital brasileira.

Será Cinthia Ribeiro, do PSDB, eleita prefeita de Palmas, capital do Tocantins.

Cinthia foi eleita no 1º turno.

As mulheres também ficaram sem espaço nas eleições de 2018, que elegeu uma única mulher governadora.

É a potiguar Fátima Bezerra, do PT, única mulher a governar um estado brasileiro a partir de 2019.

30 de novembro de 2020 às 4:25

Eleição no Rio foi marcada pela alta soma de votos inválidos e abstenções, mas Eduardo Paes derrotou o atual prefeito Marcelo Crivela [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para muitos cariocas, o melhor do domingo de eleição no Rio de Janeiro nem foi a vitória de Eduardo Paes, mas a derrota de Marcelo Crivela (Republicanos), um dos prefeitos mais desastrados da cidade.

Eduardo Paes volta à Prefeitura do Rio pelo DEM, depois de ter administrado a cidade por dois mandatos pelo MDB.

Paes se elegeu com 64% dos votos válidos, derrotando Crivella que teve apenas 36%.

O segundo turno no Rio foi marcado pelo alto índice de abstenções: 35% dos cariocas eleitores deixaram de votar.

A soma das abstenções, e votos inválidos, superou até a votação do prefeito eleito Eduardo Paes.

As abstenções chegaram a 1,7 milhão.

Eduardo Paes teve 1.629.319 votos e Crivela ficou com 913.700.

Maioria de Paes sobre Crivela de 715 mil, 619 votos.

30 de novembro de 2020 às 4:13

Eleito em Recife, João Campos será o prefeito mais jovem de capital e há dois anos foi o deputado federal mais votado de Pernambuco [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Eleito prefeito de Recife aos 27 anos de idade, completados 4 dias antes do segundo turno (25 de novembro), João Campos, engenheiro, solteiro e no segundo ano como deputado federal mais votado de Pernambuco em 2018, fez um discurso emocionado, onde dedicou a vitória ao pai, ex-governador Eduardo Campos.

Dois anos depois, o herdeiro político João Campos se candidatou a deputado federal e teve 10,63% dos votos dos pernambucanos, o equivalente a 460.387 votos.

Coincidentemente a disputa com a prima Marília Arraes, do PT, já começava ali.

Marília também disputou mandato de deputada federal e foi a segunda mais votada de Pernambuco, porém…com 4,46% dos votos, o equivalente a 193.108 eleitores.

A maioria de João sobre Marília naquele momento foi de 267.279 votos.

Derrotada por João, Marília Arraes, de 36 anos, é neta de Miguel Arraes.

Ela é filha de Mark Arraes de Alencar, filho do primeiro casamento do líder político de Pernambuco, que se casou de novo depois de viúvo, e teve Ana Arraes, hoje ministra do Tribunal de Contas da União.

Ana é mãe do ex-governador falecido Eduardo Campos, que é pai de João, eleito prefeito de Recife.

Então João e Marília são primos, mas Marília é neta de Miguel Arraes, e João bisneto.

Segunda deputada mais votada de Pernambuco em 2018, Marília acabou sendo a segunda mais votada para a Prefeitura de Recife dois anos depois.

Sempre tendo à frente o primo João, eleito prefeito neste domingo.

Chamou atenção no primeiro discurso de João, a presença ao seu lado da deputada federal Tabata Amaral, do PDT de São Paulo.

Nas redes sociais ela foi chamada de primeira-dama da cidade,

É que os dois estão namorando desde o ano passado.

30 de novembro de 2020 às 4:11

Vice de João Campos, Isabela de Roldão, tentou ser vice-governadora de Pernambuco em 2018 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem é a vice-prefeita de João Campos, eleita neste domingo em Recife?

Isabela de Roldão, do PDT, tem 45 anos.

Filiada ao PDT, ela foi eleita vereadora de Recife em 2012.

Em 2014 tentou se eleger deputada federal, mas perdeu, e tentou se reeleger vereadora em 2016 mas também perdeu.

Perdeu ainda em 2018 quando se candidatou a vice-governadora de Pernambuco na chapa do candidato Maurício Rands, do PROS, que só teve 3,43% dos votos.

Filiada ao PDT, Isabela garantiu à chapa com João Campos, a participação integral na campanha do ex-deputado e ex-candidato a presidente da República, Ciro Gomes, do PDT.

30 de novembro de 2020 às 4:06

Depois da reeleição de Álvaro em Natal, Cláudio Porpino se integrou à campanha vitoriosa de João Campos em Recife [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Amigo do ex-governador Eduardo Campos, amigo da família há cerca de 30 anos, independente de estar ou não filiado ao PSB, o secretário de Esportes da Prefeitura de Natal, Cláudio Porpino, foi convocado a integrar a campanha de João em Recife logo depois de coordenar uma região de Natal, que reelegeu Álvaro Dias prefeito no primeiro turno.

E os dois finais de semana de Cláudio, com aval do prefeito Álvaro, foram dedicados à campanha de Recife.

Antes de voltar para Natal, Cláudio comemorou a vitória de João, como quem comemoraria a vitória do amigo Eduardo.

30 de novembro de 2020 às 3:31

Debate sobre revisão do Plano Diretor de São Gonçalo será reiniciado em dezembro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Terminado o período eleitoral, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante vai retomar as discussões sobre a revisão do Plano Diretor da cidade.

A 3ª Audiência Pública será realizada no dia 18 de dezembro.

O encontro abordará as propostas feitas pela população e pelos delegados que compõem o Núcleo Gestor, que foram enviadas através de Consulta Pública realizada entre os dias 4 e 27 de agosto.

O documento, contendo as informações do Prognóstico 3 pode ser consultado no endereço https://saogoncalo.rn.gov.br/plano-diretor/

30 de novembro de 2020 às 3:00

O que sobrou para Bolsonaro no maior colégio eleitoral do Brasil? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, do PSDB, reeleito neste domingo, venceu em 50 das 52 zonas eleitorais em que o presidente Jair Bolsonaro foi vitorioso em 2018 na capital paulista.

Derrotado, o deputado Guilherme Boulos, do PSOL, herdou as 6 zonas eleitorais que o ex-prefeito do PT, Fernando Haddad, ganhou em 2018.

O que sobrou para Bolsonaro em 2022 no maior colégio eleitoral do Brasil?

O candidato do Palácio do Planalto, Celso Russomano, despencou depois que foi apresentado como o candidato oficial de Bolsonaro.

Não passou para o segundo turno e viu sua votação ser mais reduzida desde que entrou para a política.

Foram 560.666 votos que poderão ser trabalhados para a reeleição de Jair.

Em 2012 quando tentou ser prefeito, sem sucesso, mesmo derrotado Russomano teve mais de um milhão de votos: 1.324.021.

Em 2016 quando tentou de novo, já caiu para menos de 800 mil: 789.986 votos.

E agora não chegou a 561 mil.

*

A eleição em São Paulo terminou com Bruno Covas reeleito com 59,38% dos votos contra 40,62% de Boulos.

Bolsonaro obteve 60,38% em 2018.

3.169.121 votos para Bruno Covas e 2.168.109 votos para Guilherme Boulos.

30 de novembro de 2020 às 2:59

Bruno Covas após resultado oficial nas urnas de SP: “É possível fazer política sem ódio e falando a verdade” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do primeiro discurso de Bruno Covas (PSDB), logo que a justiça eleitoral confirmou sua reeleição como prefeito de São Paulo:

“As urnas falaram e eu saberei ouvir o recado das urnas no dia de hoje. São Paulo, você pode contar comigo. Agora é agradecer a confiança, a todos aqueles que confiaram na nossa proposta, e o desafio de transformar a esperança em realidade. E o trabalho começa amanhã”

“A partir de amanhã não existe distrito azul, não existe distrito vermelho, existe a cidade de São Paulo”.

“Meu avô dizia que é possível conciliar política e ética, política e honra, política e mudança. Agora, eu acrescento: é possível fazer política sem ódio e falando a verdade”.

Na primeira entrevista, Bruno estava ao lado do filho Tomás, de 15 anos, e do governador de São Paulo, João Dória, também do PSDB.

*

Bruno é neto de Mário Covas, já falecido, um dos fundadores do PSDB, legenda dissidente do PMDB, partido do qual também figura como um dos fundadores.

Foi eleito senador com 7,7 milhões de votos, a maior votação de um candidato a cargo eletivo na história do Brasil.

Foi deputado federal e foi candidato a presidente da República.

Foi o trigésimo governador de São Paulo, entre 1 de janeiro de 1995 e 22 de janeiro de 2001, quando se afastou do cargo em decorrência de um câncer.

Faleceu como governador afastado, já que não renunciou.

E o vice Geraldo Alckmin assumiu como governador interino até a morte de Covas.

30 de novembro de 2020 às 2:58

#Ficaadica: Boulos derrotado parabenizou Covas pela vitória em São Paulo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O candidato derrotado em São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), deu um exemplo aos que não sabem perder pelo Brasil afora.

Nem bem a apuração dos votos em São Paulo havia sido encerrada, Boulos telefonou para o tucano Bruno Covas.

E lhe parabenizou pela vitória no segundo turno.

#Ficaadica

30 de novembro de 2020 às 2:54

Apesar de eleger menos municípios, PSDB elege prefeito de São Paulo e vai controlar 15% da população brasileira nos próximos 4 anos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Apesar de não sair das urnas com um grande número de prefeitos, o PSDB do prefeito e do governador de São Paulo, Bruno Covas e João Dória, segue como partido com maior número de governados, já que conta com São Paulo, o maior colégio eleitoral do Brasil.

Porém, não dá para deixar de levar em consideração que o partido perdeu 16 milhões de votos em quatro anos.

Caiu de 806 municípios para 520.

Mas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do IBGE, os tucanos controlarão 34 milhões de brasileiros nos próximos quatro anos, o equivalente a 15% da população brasileira.

Nessa conta está a população de Natal, que reelegeu o prefeito Álvaro Dias pelo PSDB.

Álvaro é o único prefeito eleito pelo PSDB na região Nordeste.

30 de novembro de 2020 às 2:13

Eleitor de Goiânia votou em Maguito Vilela mas poderá botar na Prefeitura o vice Rogério, radialista e pastor da Igreja Universal do Reino de Deus [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Seria mais do que necessária uma revisão na legislação eleitoral no Brasil, para evitar que casos como o que aconteceu em Goiânia, não pudessem acontecer.

Com todo respeito ao ex-governador de Goiás, Maguito Vilela, do MPB, mas ele, candidato a prefeito de Goiânia, passou para o segundo turno sem tomar conhecimento e se elegeu no segundo, sem saber sequer que vai ser prefeito.

Maguito está com covid.

Internado, intubado, inconsciente.

Se internou no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, antes da votação do primeiro turno.

Foi intubado, reintubado, passa por um processo de hemodiálise.

Perdeu duas irmãs para a covid antes de ser levado ao hospital.

Então…

Não estaria na hora de se pensar numa cláusula para casos como esse no processo eleitoral?

O povo vota por pena do candidato?

Analisa quem é o vice em quem pode estar votando?

Quem é o vice de Maguito?

Rogério Cruz.

É carioca.

Duas vezes eleito vereador de Goiânia.

É filiado ao Republicanos e é radialista e pastor da Igreja Universal do Reino de Deus.

Era ele que o povo de Goiânia queria eleger para a Prefeitura?

30 de novembro de 2020 às 1:56

Dos dois únicos míseros eleitos entre os candidatos que Bolsonaro apoiou em 2020, um foi cassado por corrupção quando governou o Piauí [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente Jair Bolsonaro até que tentou.

Mesmo dizendo que ficaria fora da campanha, nos dois turnos, e de impedir que seus ministros fossem aos estados pedir votos, o presidente da República não resistiu e, no primeiro turno, fez lives em pleno Palácio da Alvorada pedindo votos para alguns candidatos.

Eram apenas 13 os candidatos que ele queria eleger.

Conseguiu dois.

Um foi o desconhecido Gustavo Santos, do PSL do município mineiro de Ipatinga, e o outro o piauiense Mão Santa, eleito prefeito de Parnaíba, pelo DEM.

Quem diria que Jair Bolsonaro, que se elegeu defendendo o fim da corrupção, fez campanha para eleger Mão Santa, o Santo do Pau Oco que foi cassado por corrupção quando era governador do Piauí, em 2001.

Eleger só dois e um ser assim…bichado…

A pior derrota de Bolsonaro foi no Rio de Janeiro.

Ele saiu cedo de Brasília neste domingo só para votar no prefeito Marcelo Crivela (Republicanos), alvo de muitas denúncias de corrupção nos últimos meses.

Crivela, como já esperado, perdeu feio para o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes.

Nem um pouco santo, mas, um pouco mais do que Crivela.

No segundo turno Bolsonaro não elegeu nenhum, e tirou do segundo turno candidatos que, segundo as pesquisas, ultrapassariam a primeira etapa das eleições, como Celso Russomano (Republicanos), de São Paulo, que chegou a ameaçar Bruno Covas, o reeleito, mas ao anunciar o apoio do presidente, saiu de cena. As urnas disseram que ele estaria fora logo no primeiro turno.

O que era de capitão, coronel e delegado apoiado por Bolsonaro, perdeu a eleição.

Aquele modelo militar que se deu bem nas eleições de 2018, não se repetiu em 2020.

Só no Rio Grande do Norte, mesmo sem Bolsonaro apontar como apoiador, dois coronéis e um delegado se apresentavam como ‘candidatos de Bolsonaro’.

O delegado Sergio Leocádio, do PSL, que chegou ao segundo lugar, terminou em terceiro sendo ultrapassado pelo PT do Senador Jean.

Leocádio teve 10,22% dos votos e Jean do PT, 14,38%.

Os coronéis Hélio, do PSL e Azevedo, do PSC, que se diziam candidatos de Bolsonaro, tiveram 2,73% e 1,90% respectivamente, dos votos do eleitorado natalense que reelegeu o prefeito de Natal, Álvaro Dias, do PSDB, no primeiro turno com 56.58% dos votos, derrotando 12 candidatos.

Entre militares, a delegada Patrícia, do Podemos, foi a derrota de Bolsonaro em Recife ainda no primeiro turno.

Coronel Menezes (Patriotas) também pulou fora do barco de Bolsonaro logo no primeiro turno no Amazonas foi o Coronel Menezes, do Patriota de Manaus.

Mesmo sem apoio do presidente, mas se dizendo candidato de Bolsonaro, Capitão Alberto Neto, do Republicanos, também caiu no primeiro turno em Manaus.

No segundo turno o Capitão Wagner, do PROS, em Fortaleza, foi outro grande derrotado da lista de queridinhos de Bolsonaro.

*

Apenas um militar que levantou a bandeira do bolsonarismo, mesmo sem ter recebido apoio do presidente, foi eleito prefeito pelo Republicanos.

Foi o Delegado Pazolini, de Vitória, no Espírito Santo, que derrotou o candidato do PT, ex-prefeito da cidade, João Coser.

30 de novembro de 2020 às 1:53

Não deu pra Bolsonaro no Rio Grande do Norte [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ainda do Rio Grande do Norte, as derrotas do presidente Jair Bolsonaro.

Mesmo sem poder desobedecer ao chefe, o ministro Fábio Faria gravou vídeo pedindo votos para o prefeito de Tibau do Sul, Modesto (PSD), que perdeu a eleição para o ex-prefeito Valdenício Costa, do DEM.

E na única visita que fez ao Rio Grande do Norte, Bolsonaro só posou para fotos abraçando, a prefeita líder de todas as pesquisas de Mossoró, à época, Rosalba Ciarlini, do PP.

Rosalba perdeu para o ‘menino pobrezinho’ Allyson, de 28 anos, no segundo mandato de deputado estadual, que teve maioria de mais de 6 mil votos.

Não deu pra Bolsonaro também em Mossoró.

Lembrando ainda que o Rio Grande do Norte não elegeu nenhum prefeito que se dizia “de Bolsonaro”.

30 de novembro de 2020 às 0:55

PT sem capital pela primeira vez desde 1985 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Nas eleições de 2020, o PT não elegeu prefeito em nenhuma capital do Brasil.

Foi a primeira vez que isso aconteceu desde 1985, ano da redemocratização.

A legenda só conseguiu eleger agora em 2º turno, os prefeitos de Juiz de Fora (MG), Contagem (MG), Diadema (SP) e Mauá (SP).

Veja as capitais que já tiveram prefeitos do PT desde a redemocratização:

Fortaleza (1985); Porto Alegre, São Paulo e Vitória (todos em 1988); Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre e Rio Branco (em 1992); Belém e Porto Alegre de novo (1996); Aracaju, Belém, Goiânia de novo, Porto Alegre de novo, Recife e São Paulo de novo, em 2000); Aracaju de novo, Belo Horizonte de novo, Fortaleza mais uma vez, Macapá, Palmas, Porto Velho, Recife de novo, Rio Branco de novo e Vitória (2004); Recife de novo, Fortaleza de novo, Rio Branco de novo, Porto Velho de novo, Palmas de novo e Vitória de novo (em 2008); São Paulo mais uma vez, Goiânia mais uma vez, Rio Branco também de novo, e João Pessoa (em 2012); somente Rio Branco em 2016 e agora em 2020, nenhum.

Em 2008 o PT elegeu 360 prefeitos em todo país.

Foi um ano mágico para o partido, mas ainda não o recorde.

Mas foi o ano em que o então presidente Lula esteve em Natal, com a intenção única de deseleger a então candidata que liderava pesquisas, a jornalista Micarla de Sousa, do PV.

Lula que foi vitorioso em todas as regiões do país, sofreu sua derrota mais marcante em Natal, onde a candidata que apoiava era a hoje governadora Fátima Bezerra, do PT.

Lula compôs um palanque formado pelo Palácio do Planalto, pelo então presidente do Senado, Garibaldi Filho, o deputado Henrique Alves, a então governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria e o então prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves.

Quatro anos depois, o PT elegeu 555 prefeitos em todo o Brasil e em 2012, o auge: 637 prefeituras.

Aí veio 2016..

2020…