Thaisa Galvão

3 de janeiro de 2021 às 18:03

Proprietários de imóveis no Porto Brasil discutem sobre aglomerações dentro do condomínio e temem surgimento de casos de covid [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Discussão que toma conta de grupo de proprietários de imóveis do Porto Brasil, na praia de Pirangi, tem como tema as aglomerações nas áreas comuns do condomínio.

No espaço identificado como Caracol, o movimento foi grande no primeiro sábado do verão e os contra e a favor da movimentação bateram boca no grupo.

Boa parte teme a alta transmissibilidade do coronavírus e o surgimento de casos de covid.

Eles reclamam que além dos moradores – proprietários ou moradores temporários – um grande número de jovens tem acesso ao condomínio que termina perdendo o controle.

3 de janeiro de 2021 às 14:05

Prefeita e presidente da Câmara de Baía Formosa pegam na marreta e derrubam obra que estava sendo construída com dinheiro do Ministério do Turismo repassado pela Caixa [14] Comentários | Deixe seu comentário.

Primeira promessa de campanha cumprida pela prefeita de Baía Formosa, Camila Melo, do Republicanos: derrubar as obras de uma praça que estava sendo construída pelo ex-prefeito Adeílson, do PP, que tentou se reeleger mas foi derrotado por Camila por 83 votos.

A cena chocou neste domingo.

A prefeita, o pai Nivaldo, que foi prefeito entre 2009 e 2012, o atual presidente da Câmara, Toninho Madeiro, também do Republicanos, e mais os vereadores Airton Tanoeiro (Rep), Davi seu Fera (PDT) e Netto Cavalcanti (Cidadania), botaram a mão na massa…ou na marreta, e começaram a derrubar a obra que estava sendo erguida com recursos federais.

Dinheiro do Ministério do Turismo para obra aprovada pelo Idema e repassado pela Caixa Econômica para a Prefeitura de Baía Formosa.

Sem levar em consideração que a nova gestão da Prefeitura e da Câmara Municipal estavam jogando recursos federais fora, o presidente da Câmara postou o crime nas redes sociais.

A prefeita Camila e seu grupo político tinham todo direito de não gostar do projeto da praça, mas para jogar fora o dinheiro público, precisavam de uma justificativa.

Até para readequar o projeto devia satisfação ao governo federal.

Abaixo o projeto e a placa comprovando a aprovação e repasse de recursos federais.

Foi o canteiro redondo da primeira foto que a prefeita, o pai e os vereadores aliados apareceram derrubando.

Depois das marretadas, a máquina chegou para derrubar tudo. De cima a prefeita dava as ordens.

A praça da Rua Nova incomodou a prefeita durante toda a campanha.

Em um comício postado nas redes sociais, criticou o prefeito por ter destruído um calçamento.

Ela se referia ao trecho da rua onde a praça começou a ser construída.

O projeto da praça, aprovado pelo Ministério do Turismo, justificava que as obras iriam evitar deslizamento de barreira, já que a rua fica próxima de falésias.

Além da praça da Rua Nova, a então candidata também criticava outra praça, já construída e entregue à população pela gestão anterior.

3 de janeiro de 2021 às 11:31

Mossoró e a casa desarrumada [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O grupo que comandava a Prefeitura de Mossoró – nem sempre a prefeita Rosalba no comando – tinha certeza absoluta da reeleição da mossoroense.

Quem não tinha, antes de começar a campanha?

Rosalba era exemplo de gestor com passaporte garantido para o mandato subsequente nas eleições desse ano no Rio Grande do Norte.

Sobre Allyson ganhar, zero cogitação. Puro delírio de quem não sabia nada sobre a política de Mossoró.

E quem dizia isso com tanta certeza?

Pesquisas. Daqueles modelos que só se escuta quem interessa. Ou que são fabricadas dentro de casa, no quarto, e depois jogadas ao vento e ao bel prazer para iludir e enganar a população.

Com tanta certeza assim, a Prefeitura seguiu como sendo o quintal da casa da sua titular.

Daí a dificuldade do gestor eleito em obter documentos como manda a lei, de obter senhas para acessar programas e contas…

Sem a transição, que foi negada pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini, o prefeito Allyson ainda vai ter muita dificuldade em botar o trem pra andar, e Rosalba ainda poderá ter muita dor de cabeça.

No programa que participa na Rádio Difusora, nas manhãs de domingo, o repórter ‘Joãozinho GPS, que é funcionário concursado da Secretaria de Saúde do município, disse hoje que a gestão que saiu, sequer fez escala de vigilantes para os órgãos da Prefeitura. E ontem (sábado), quando ele chegou à pasta da Saúde com um motorista, para pegar um carro oficial e sair distribuindo insumos em unidades de saúde, como de praxe, não tinha vigilante e ninguém sabia como abrir a porta da Secretaria. Quem tinha a chave, ninguém sabia.

A Guarda Municipal foi acionada e ‘deu um jeito’ de abrir a porta, e fez uma escala provisória para o fim de semana.

No seu desabafo de informações, Joãozinho – o repórter cego e bem informado em Mossoró – disse que a Prefeitura tem veículos em seu patrimônio que atravessaram toda a gestão parados, enquanto a Prefeitura optava por pagar caro por uso de automóveis alugados, o que, segundo a imprensa mossoroense, poderá ser motivo para dores de cabeça…

O tumulto em Mossoró está só começando.

Na oposição a Allyson na internet, perfis fakes já foram criados e já começaram a trabalhar.

Os criadores…ah, os criadores, como eles são óbvios.

3 de janeiro de 2021 às 7:18

Sem receber documentos nem senhas da gestão Rosalba, prefeito Allyson decreta calamidade administrativa e financeira em Mossoró [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Que casa arrumada que nada.

Apesar de declarar que deixava a Prefeitura com dinheiro sobrando e a “casa arrumada”, a ex-prefeita Rosalba Ciarlini deixou mesmo um caos.

Neste sábado o novo prefeito decretou estado de calamidade administrativa e financeira no Município.

Foram 8 decretos com um pacote de medidas para enfrentar a crise econômica, financeira e fiscal que atinge o município.

Entre as muitas dificuldades encontradas estão os salários atrasados e a expectativa, no Orçamento 2021, que as despesas com pessoal superem o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“Conforme a LOA de 2021 (Lei Orçamentária Anual), os gastos com pessoal em Mossoró deverão atingir 57,50% da receita, acima do limite máximo, que é de 54%”, alerta o prefeito, ao comparar com o percentual de Fortaleza (CE) que é de apenas 28,57%.

A situação poderá obrigar o prefeito Allyson a ingressar com mandado de segurança, como fez para que a equipe de transição tivesse acesso a documentos e senhas da gestão, mas que ainda não foi integralmente cumprida.

Outras medidas do pacote:

Decreto 5.941/2021

Estimula recolhimento do IPTU de 2021, ao estabelecer 25% de desconto para pagamento em quota única, com vencimento até o dia 26/02/2021; 5% para o pagamento em oito parcelas mensais, de acordo com o novo quadro de vencimentos: quota única/1ª quota (26/02/2021); 2ª quota (31/03/2021); 3ª quota (30/04/2021); 4ª quota (31/05/2021); 5ª quota (30/06/2021); 6ª quota (30/07/2021); 7ª quota (31/08/2021) e 8ª quota (29/09/2021)

Decreto 5.944/2021

Suspensão temporária de horas extras e diárias de viagem, exceto casos excepcionais. Suspensão de contratos de telefonia móvel, viagem, hospedagem e prestação de serviços de consultoria e assessoria e revisão de todos os convênios em 60 dias.

Decreto 5.940/2021

Suspensão temporária de funções gratificadas, exceto solicitação devidamente fundamentada dos (a) secretários (a) e em razão de interesse público para funções de direção, chefia e assessoramento das pastas.

Decreto 5.943/2021

Identificação, em trinta dias, de equipamentos e imóveis alugados; veículos próprios e locados; empresas e serviços terceirizados e respectivos empregados. Listagem de patrimônio mobiliário, linhas telefônicas, servidores, com as respectivas funções gratificadas, e estagiários, todos os contratos e convênios em vigor, entre outras medidas. Estabelece avaliação de despesa com pessoal nos últimos 48 meses, no prazo de trinta dias; inventariação de todos os imóveis do Município, incluindo os doados ou cedidos em comodato nos últimos 48 meses e identificação dos convênios e contratos de doação dos dois distritos industriais do Município de Mossoró, no prazo de trinta dias.

Decreto 5.945/2021

Identificação, no prazo de trinta dias, da variação de receita total do Poder Executivo dos últimos 48 meses e valores a serem inscritos em Restos a Pagar (processados e não processados), com os seus respectivos saldos. Nenhuma despesa será reconhecida ou paga sem que tenha sido previamente contratada.

Decreto 5.944/2021

Ampliação do atendimento ao cidadão nos órgãos públicos municipais. A determinação é garantir que o atendimento ao público seja, no mínimo, das 7h às 14h.

Decreto 5.946/2021

Estabelece retorno à Prefeitura, em trinta dias, de servidores públicos cedidos para outros órgãos, como Poder Legislativo e órgãos ou a entidades da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.