Thaisa Galvão

25 de abril de 2021 às 23:19

Efeito Lula: Luciano Huck renova contrato com a Globo para ocupar as tardes de domingos e sai da disputa pela presidência [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Fora da política.

O efeito Lula tirou o apresentador Luciano Huck da disputa pela presidência da República e a saída honrosa, definida com a TV Globo, foi a substituição do Faustão, na programação do domingo.

Confira a publicação na coluna de TV do portal Metrópoles:

A Globo e Luciano Huck se acertaram, e o apresentador vai mesmo ocupar o lugar de Fausto Silva. O que ainda não está definida, no entanto, é a data da substituição. Como já contamos aqui, o Domingão do Faustão sai da grade no dia 26 de dezembro deste ano, mas a troca não ocorrerá de imediato. Com isso, Luciano só assume o lugar do amigo a partir de meados de 2022 ou início de 2023.

A escolha de Luciano Huck para os domingos da Globo aconteceu naturalmente, mas também foi um desejo dos publicitários. O mercado comercial temia queda no faturamento anual destinado às tardes/noites da emissora carioca após Fausto Silva não renovar o seu contrato.

Para “descansar a imagem” do Faustão junto ao público, a Globo ainda estuda o que fazer na faixa de horário enquanto Luciano não estreia. Como Fausto Silva marcou uma geração com o seu Domingão, há certo medo de rejeição com uma substituição imediata. Durante o período sem o apresentador dominical, a emissora deve exibir filmes de sucesso em uma sessão patrocinada, com o objetivo de manter a família reunida no sofá enquanto o novo Domingão não estreia.

Luciano Huck renovou o seu contrato com a Globo até 2025, embaralhando os rumores de que ele seria candidato à Presidência do Brasil em 2022.

25 de abril de 2021 às 22:33

Pandemia, decretos e vacinas: sem espaço para fake news [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A falta de senso de grande parte dos brasileiros tem obrigado estados e municípios a apelarem por decretos com medidas restritivas na intenção de impedir a continuidade dos índices altos de transmissibilidade do coronavírus, quando na realidade o decreto deveria estar na cabeça de cada um. A responsabilidade teria que ser de cada um.

Aliado a falta de senso de parte da população brasileira, só uma coisa ajuda a não ajudar: a guerra de decretos, onde na maioria dos casos, estados e capitais destoam das decisões, deixando a população, além de já assustada com a disseminação da covid e o alto número de mortes, à mercê da briga política.

No Rio Grande do Norte tem sido assim.

A governadora Fátima Bezerra tem sido mais dura e tem afirmado que vai até o fim na tentativa de salvar vidas.

Os números de mortes tem assustado mais a governadora, visto que, ao contrário do prefeito da capital, Álvaro Dias, a contabilidade que lhe chega é a de todo o estado.

Os números do todo superam os números da capital e isso faz a governadora pensar duas vezes antes de anunciar uma flexibilização.

O prefeito Álvaro tem sido mais flexível.

Ser prefeito de capital não é fácil e é na mesa dele que chegam as maiores pressões.

Comércio, indústria, escolas, setores de eventos instalados em Natal, pressionam o prefeito, que tem baixado decretos divergentes dos estaduais.

Na guerra que tem os números de mortos no meio, entram as redes sociais e o ‘vale-tudo’ digital que mais desinformam do que colaboram.

É aí que entram as torcidas, onde os aliados de um culpam o outro, deixando a população, que muitas vezes não se aprofunda nas informações, a destilar ódio contra um ou contra outro.

E potiguar que mora em Natal vive o dilema das ‘medidas de esquerda’, adotadas pela governadora do PT, e das ‘medidas de direita’, adotadas pelo prefeito do PSDB, quando, na realidade, as medidas, sejam elas quais forem, tem a intenção de salvar: vidas ou a economia.

Bom seria se salvassem os dois.

A guerra dos decretos ultrapassa a barreira do executivo e segue para o judiciário, onde decisões ou mantém ou reformam o que está no papel assinado, ou pela governadora ou pelo prefeito.

Mas, aí a falta de informação em relação à doença e aos decretos, passa para a vacinação, que funciona assim:

O Ministério da Saúde compra as vacinas e envia para os estados.

Nos estados – Rio Grande do Norte e todos os demais – a Secretaria Estadual de Saúde recebe e encaminha para as prefeituras.

Cabe às prefeituras criar e cumprir o plano de vacinação, de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde.

No início do plano de imunização, o Ministério da Saúde determinava que as prefeituras reservassem o equivalente à segunda dose.

Há cerca de um mês, o mesmo Ministério da Saúde liberou a aplicação de todas as doses enviadas, dando a entender que não faltaria segunda dose.

Faltou em Natal.

Faltou em Mossoró.

E o Ministério da Saúde, que liberou o uso imediato de 100% das doses enviadas, não enviou o suficiente para suprir a segunda, para as pessoas que já haviam tomado a primeira dose da CoronaVac.

Aí mais uma vez entram as torcidas.

Culpa da governadora!

Culpa de prefeito de Natal, de Mossoró.

Na real, prefeitos ouviram o Ministério da Saúde, que determinou a liberação e não cumpriu com o envio de mais vacinas.

A governadora…virou alvo da torcida de prefeitos e de ministro, mas não há como não afirmar, em nome da informação correta, sem espaço para fake news, que nunca coube ao governo do estado – do Rio Grande do Norte ou de qualquer outro – aplicar quantidade A ou B de doses.

Ainda tem a tal reserva técnica.

Protocolo do Ministério da Saúde que se não for cumprido, o estado poderá sofrer penalidades.

A realidade é que a politicagem tomou conta da pandemia.

Projetos de leis, apresentados por deputados e vereadores, ped m a colocação de mais e mais categorias, que não estão no protocolo do governo federal, como prioritários na fila da vacinação.

E sendo essas leis aprovadas na Assembleia ou na Câmara, sancionadas pela governadora ou pelo prefeito, poderão esquentar ainda mais o palanque de desentendimentos que terão como efeito, mais falta de vacinas.

Sem pensar na segunda dose, e optando por mais categorias furando a fila do que já foi programado, a falta de segunda dose da CoronaVac poderá atingir também quem foi imunizado com a primeira dose da Oxford AstraZeneca.

É isso…

Não custa nada explicar com base em informações.

Em determinações.

Em protocolos.

Sem espaço para fake news.

25 de abril de 2021 às 12:23

Em entrevista ao 30Minutos, o estudante aprovado em Direito Vitório Ferreira conta porque foi morar na rua e como não conseguiu apoio do poder público para ajudar sua mãe [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem é Vitório Ferreira?

O estudante de 17 anos que foi morar na rua para conseguir estudar, já que em casa vivia o drama de conviver com a mãe, vítima de transtornos mentais, foi o entrevistado deste domingo do ‘30 Minutos com Thaisa Galvão’, transmitido no Instagram @blogthaisagalvao de segunda a sexta, às 19h30, e aos domingos às 11 horas.

Vitório falou de sua vida, se emocionou, e mostrou a realidade de não ter conseguido ajuda onde tanto procurou.

Focou na educação, e contrariando expectativas externas – ele sempre acreditou nele próprio – foi aprovado em oitavo lugar para o curso de Direito, da UERN.

Curso noturno para conseguir trabalhar durante o dia.

A situação de Vitório parece estar resolvida, portanto, cabe ao poder público solucionar a situação da mãe de Vitório, e o Blog chama atenção para órgãos competentes do Governo do Estado e da Prefeitura de Natal.

Se você tem conta no Instagram pode

CLICAR AQUI E CONFIRA A ENTREVISTA COM VITÓRIO FERREIRA