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30 de julho de 2022 às 13:06

Garibaldi e a plataforma 360 graus: quem pode e quem não deve

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Modinha nas festas, a plataforma 360 graus chega à política.

Em Caicó, o destaque da plataforma instalada na festa de Santana foi o candidato a deputado federal Garibaldi Filho.

O brinquedinho é a cara de Garibaldi, que adora uma selfie com o eleitor, um café no mercado do interior, uma missa, batizado, casamento.

Garibaldi, desde os tempos de deputado estadual, prefeito de Natal, governador, senador, ministro, e até presidente do Congresso Nacional, gosta de tudo, e para expor seu jeito ‘normal’ de vida não precisa ser ano de eleição.

Quando era ministro saía de Brasília, sem ser ano de eleição, para andar pelo interior atendendo convites para uma missa, batizado, casamento e café no mercado.

Portanto, a plataforma 360 graus caiu como uma luva para Garibaldi.

Garibaldi se divertiu e chamou atenção porque a brincadeira coube direitinho pra ele.

Mas vale lembrar:

Para usar a plataforma e postar nas redes sociais, há os que podem e os que não devem.

Garibaldi pode porque, se chegar um foguete para ir ali na lua e voltar, ele vai rindo. E comendo a pipoca Bokus que ele introduziu na política.

Já o filho Walter, mais duro, pode ficar esquisito. Deixa para a cabeça de chapa, Fátima Bezerra. A governadora que dança na rua e não abre mão de se divertir, pode rodar os 360 graus à vontade.

Já seu senador Carlos Eduardo, até esses óculos que Garibaldi usou, ele tentou uma vez e ficou ridículo.

A plataforma também não cabe para o candidato a senador Rogério Marinho, desajeitado até para cumprimentar eleitor na rua.

Já Rafael Motta pode e deve. É jovem, esportista, simpático. Pode rodar 360 graus pelo estado todo e postar nas redes sociais.

A plataforma vai ser palanque na campanha, mas só relembrando: não é para qualquer candidato.

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