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07/07/2026





Depois de pedir para os EUA quebrarem a economia brasileira, Flávio Bolsonaro foi pedir pinico ao governo Trump

O senador Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos, e com o irmão Eduardo e o neto do ex-presidente ditador Joao Figueiredo, o Paulo Figueiredo, foi à Casa Branca conversar com o presidente Trump.

Motivo do encontro: pedir a Trump para impor sanções contra o Brasil. Um tarifaço de 25% sobre produtos exportados.

Um baque grande para o Brasil.

O Governo dos Estados Unidos noticiou o encontro e sobre Trump ter atendido ao apelo dos filhos de Bolsonaro.

O tiro saiu pela culatra.

Flávio se desesperou quando viu a besteira que tinha feito.

É que quando a tarifa é anunciada, a população se revolta. E não apenas a população de esquerda. O ‘povo de Flavio’ passou a se enxergar como vítima dele.

Quando viu que não tinha conseguido nada além de um possível crescimento do presidente Lula, Flávio se desesperou e disparou de novo para os Estados Unidos.

Foi pedir pinico.

Pedir que o tarifaço que ele próprio combinou com o secretário americano Marco Rubio, só fosse aplicado depois das eleições.

Flávio começou a ver que a medida iria ajudar a Lula e entrou em parafuso.

O presidenciável direitista trumpista chegou aos Estados Unidos já dando azar… a seleção da Casa voltou pra casa, humilhada pela Bélgica por 4 x 1.

O time de Trump está fora da Copa.

Mas voltando às tarifas pedidas por Flávio e Eduardo, nesta terça-feira (7) Flávio vai participar de uma audiência pública em Washington, no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).

Terá 5 minutos para se ajoelhar diante de um comitê formado por autoridades e técnicos do escritório, e na presença de representantes brasileiros da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Fiesp.

Embora Flávio Bolsonaro tenha enchido as redes sociais de reclamações de que o Brasil não mandou representantes para o encontro onde ele próprio vai lavar sua própria roupa suja, a informação é que diplomatas e representantes da embaixada do Brasil em Washington estarão presentes como enviados do governo brasileiro.

Flávio sentiu tanto a dor do tiro no pé, que correu para os Estados Unidos mesmo já tendo enviado uma carta de 86 páginas e muitos pinicos pedidos.

Ele admitiu na carta que o tarifaço que ele implorou do governo americano para destruir a economia brasileira, iria colaborar mesmo era com a reeleição do presidente Lula.

Tipo…’fiz merda’...

Também pede que a decisão sobre o tarifaço, prevista para a próxima semana, seja adiada para depois das eleições.

Sim, porque ele precisa enganar ao Brasil que nada vai acontecer com sua economia, embora a trupe de Tramp já esteja com tudo articulado para o golpe do pós-eleição.

O presidenciável também vai implorar sobre o pix.

Vai pedir para a América desistir de mexer na ferramenta, embora ele mesmo tenha pedido tanto pela desestabilização das operações financeiras da população brasileira.

O pedido de socorro em 5 minutos de Flávio Bolsonaro  está previsto para às 11 horas - horário de Brasília.

E não será transmitido, claro.

Há quem diga que teme-se pela desenvoltura.

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