Thaisa Galvão

4 de abril de 2013 às 23:16

Professores conectados [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Acompanhada da secretária de Educação, Betânia Ramalho, a governadora Rosalba Ciarlini entregou tablets a professores da rede pública estadual.

A primeira distribuição, nesta quinta-feira, foi no Centro Estadual de Educação Profissional Senador Jessé Pinto Freire – CENEP, em Petrópolis.

Os tablets tem capa protetora e operam com sistema android, 512 megabytes de memória RAM, 16 gigas de memória, wi-fi e bluetooth.

Professora recebe o equipamento (Fotos: Márlio Forte)

Tablet adquirido através de convênio com governo federal

Primeira entrega aconteceu nesta quinta-feira

 

 

4 de abril de 2013 às 23:01

Morre professora-mulher do vice-prefeito de Antônio Martins [9] Comentários | Deixe seu comentário.

O município de Antônio Martins está de luto.

Luto oficial, inclusive, decretado por 3 dias pelo prefeito Júlio Fernandes.

É que morreu nesta quinta-feira a professora Didá – Aldeniza Nunes de Carvalho.

Filha do ex prefeito Dr Adauto Nunes de Aquino e da primeira professora do município, Dona Alzira, Didá foi diretora das escolas estadual e municipal de Antônio Martins.

Didá deixa o viúvo Edmílson de Veni, atual vice-prefeito, e o filho vereador Anaílson Nunes.

A professora sofreu um AVC na segunda-feira e foi internada em Mossoró, mas não resistiu.

 

4 de abril de 2013 às 22:51

Manoel Onofre Neto pede que Rosalba dê apoio à luta pela derrubada da PEC que reduz poder do MP [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Apesar de saber que a maior parte da classe política apóia a PEC 37, que tira do Ministério Público o poder de investigação, o procurador Geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, foi pedir o apoio da governadora Rosalba Ciarlini na luta pela derrubada do Projeto de Emenda à Constituição.

Acompanhado de representantes do MP do Rio Grande do Norte e da Paraíba, e do conselheiro Geral do Estado, José Marcelo, Onofre foi à Governadoria convidar Rosalba para participar do ato público nacional contra a PEC em tramitação no Congresso Nacional.

O ato público acontecerá em todo o Brasil na sexta-feira, dia 12, e em Natal a ação será na Assembleia Legislativa.

“O Ministério Público tem um papel importante na Constituição Federal e está na posição de defender e proteger ao mesmo tempo que desempenha um papel fiscalizador e orientador. Como investigador, está fazendo um trabalho de defesa do patrimônio do povo”, disse a governadora…

*

O procurador Manoel Onofre Neto aproveitou a conversa com a governadora Rosalba Ciarlini para participar do Congresso Nacional do Ministério Público, que será realizado entre os dias 30 de outubro de 2 de novembro, em Natal, que receberá entre 2 e 3 mil procuradores e promotores de justiça de todo o país.

 

Procurador Onofre e a governadora Rosalba (Foto: Canindé Soares)

4 de abril de 2013 às 22:07

Para Rafael Motta, PP pretende eleger um federal e 3 estaduais nas próximas eleições [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O vereador Rafael Motta já é o presidente estadual do PP.

Assumiu hoje depois de aclamado pelos filiados, em substituição ao ex-vereador Sérgio Andrade, de Parnamirim.

 

“O PP não será coadjuvante. Será um partido protagonista nas próximas eleições. Pretendemos fazer pelo menos um deputado federal e três deputados estaduais”, afirmou Rafael Motta.

O novo presidente disse que o diálogo será a marca do partido no Rio Grande do Norte.

Rafael no comando do PP (Foto: Cláudio Abdon)

Rafael com os colegas de Câmara, Felipe Alves (PMDB) e Dickson Jr (PSDB), e com o pai, presidente da Assembleia, Ricardo Motta (PMN) (Foto: Canindé Soares)

4 de abril de 2013 às 21:53

Fátima Bezerra com Lula no Uruguai [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A deputada federal Fátima Bezerra (PT) está em Montevidéu, no Uruguai.

Hoje e amanhã, participa do “Foro Internacional de Sindicatos y Partidos Progresistas”. 

O evento terá a presença do ex-presidente Lula, do presidente uruguaio José Mujica e o secretário-geral da Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas – CSTA, Victor Báez.

4 de abril de 2013 às 21:47

Deputado João Maia leva agência do Banco do Brasil a Jardim de Piranhas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal João Maia chega nesta sexta-feira ao município de Jardim de Piranhas, sua terra natal, com uma agência do Banco do Brasil.

Conquista junto ao governo federal com apoio de aliados da bancada.

Para a inauguração da agência, marcada para 16 horas, João Maia chegará a Jardim acompanhado da governadora Rosalba Ciarlini, do ministro Garibaldi Filho e do senador José Agripino.

 

4 de abril de 2013 às 21:46

Empresários eslovacos convidados a conhecerem projeto do aeroporto de São Gonçalo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E na manhã desta quinta-feira, antes de embarcar para o Rio Grande do Norte, o deputado federal João Maia recebeu em seu gabinete da Câmara, em Brasília, a visita de representantes da empresa Rekma, especialista em tecnologia de manutenção e conservação de estradas.

Empresa que também presta serviços na prevenção de acidentes em pistas de aeroportos.

Durante o encontro, o deputado convidou os empresários eslovacos Pavol Marek e Peter Suchovsky para conhecerem o Rio Grande do Norte e visitarem as obras do aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
A Rekma é uma empresa que atua em 9 países da Europa e em breve será instalada no Brasil.

Eslovacos convidados a conhecer projeto do aeroporto de SGA

4 de abril de 2013 às 19:13

Acidente envolvendo carro e moto pára o trânsito entre o Natal Shopping e o Midway [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais um acidente envolvendo motociclista em Natal.

Neste momento o trânsito está parado na BR-101.

Na frente da Agaé, vizinho ao Natal Shopping, o choque entre um carro e uma moto.

Dentro da ambulância da SAMU, um homem sendo atendido.

E o congestionamento vai do Natal Shopping ao Midway, no sentido centro-zona Sul.

4 de abril de 2013 às 11:32

Henrique sobre decisão de Feliciano de fechar sessões: “há excessos na reação do comando da comissão” [3] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado-presidente da Câmara, Henrique Alves não considera sensata a decisão do presidente da Comissão de Direitos Humanos, Pastor Feliciano, de fechar todas as sessões ao público, permitindo a entrada apenas de políticos e jornalistas, ou convidados da própria comissão.

Henrique falou sobre o assunto pelo telefone com o jornalista Josias de Souza, a quem concedeu entrevista.

Eis a conversa publicada no site de Josias de Souza:

 

 

Henrique Alves desaprova decisão de Feliciano: ‘Como impedir acesso do povo ao Parlamento?’

Henrique Eduardo Alves: ‘Aprendi que o radicalismo nunca foi um bom conselheiro do Parlamento’

 

De molho no seu Estado, o Rio Grande do Norte, onde se recupera de uma cirurgia, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), acompanhou os desdobramentos da crise na Comissão de Direitos Humanos. Ele desaprovou a decisão do deputado-pastor Marco Feliciano (PSC-SP) de restringir o acesso às reuniões da comissão, fechando-as para o público.

“Isso foge à tradição do Parlamento. É absurdo”, disse Henrique Alves ao blog, numa entrevista telefônica na noite passada. “Como é que vamos impedir o acesso do povo ao Parlamento? Como impedir as pessoas de acompanhar os debates nas comissões? Se há um lugar em que o povo tem que ter todo o acesso é o Parlamento. Se o povo não puder entrar na sua Casa, vai entrar onde?”

Henrique disse que o regimento da Câmara autoriza a realização de reuniões fechadas apenas em situações excepcionais, não como regra. “O tumulto só desqualifica quem o promove. Mas a reação radical da presidência da comissão cria mais problema, não solução.” O que fazer?, perguntou o repórter. E o presidente da Câmara: “Vou ter o final de semana para pensar no que fazer.”

Henrique torceu o nariz também para a aprovação da viagem de Feliciano à Bolívia. “Parece haver uma tentativa de criar um fato consumado. Mas é preciso levar em conta que esse tipo de viagem, feita em nome da Câmara, precisa ser aprovada pela presidência da Casa.”

 

 

Confirmou para a próxima terça-feira (9) a reunião de Feliciano com o colégio de líderes partidários. Foi informado de que o protagonista não faltará ao encontro. “Sua ausência seria uma desatenção e até um desrespeito aos líderes de todos os partidos da Casa.” Qual é o objetivo da conversa? “Encontrar uma saída para que a comissão tenha funcionalidade.”

Há duas semanas, Henrique dissera que a situação de Feliciano na comissão tornara-se “insustentável”. Tomado pelas palavras, acha que a coisa não evoluiu: “Quando a gente pensa que caminha para uma situação melhor, o deputado vai a um culto e diz que, antes dele, a comissão era dominada por satanás.”

Vai abaixo a transcrição da entrevista:

 

— O que achou da decisão da Comissão de Direitos Humanos de restringir o acesso das pessoas às reuniões?

-Ao longo da minha vida pública, aprendi que o radicalismo nunca foi um bom conselheiro do Parlamento. O radicalismo não serve nem para a pessoa que exerce o poder nem para as pessoas que o desafiam. A essência do Parlamento, sua maior inspiração, é o incansável diálogo. Só o diálogo conduz à boa solução política.

*

 

— Acha que a proposta do deputado Feliciano, aprovada pela comissão, foi uma saída radical?

-Foi uma inabilidade dele. Não é uma norma da Casa impedir a participação de segmentos organizados que queiram acompanhar a discussão dos temas do seu interesse. Obviamente, esse acompanhamento tem que ser feito de forma ordeira e respeitosa. O fechamento das sessões parte do pressuposto de que a participação nunca será respeitosa. Não me parece razoável supor de antemão que sempre haverá agressão. É algo que só pode ser verificado em cada sessão. Essa antecipação me parece uma precipitação que não contribui para o diálogo.

*

 

— O deputado Feliciano alegou que, sem as restrições, o colegiado não conseguiria trabalhar. Na semana passada, um manifestante chegou a subir na bancada da comissão. Como realizar sessões nesse ambiente?

-Insisto em que a participação das pessoas deve se dar de forma respeitosa. Esse caso do sujeito que subiu na bancada foi absurdo, inaceitável. Dei orientações claras à segurança da Casa. Em situações assim, a pessoa deve ser posta para fora do prédio da Câmara. Mas há outras formas de resolver o problema sem o fechamento de todas as sessões.

*

 

— Como? 

-Na semana passada, quando se previa a ocorrência de tumulto, eu mesmo sugeri: você começa a reunião. Se não conseguir restabelecer a ordem, prepara a sala de outra comissão ao lado e suspende a sessão. Os deputados trocam de ambiente, saindo pelo corredor interno. E a reunião é reaberta em sessão fechada. Foi o que aconteceu. O deputado Feliciano seguiu o nosso conselho. Houve nova baderna nesta semana? Faz tudo de novo!

*

 

— Nessa fórmula, a reunião continua sendo fechada. Não dá na mesma? 

-Não. O regimento da Casa prevê que, em situações excepcionais, o presidente de uma comissão pode tornar a reunião fechada. Mas isso é a exceção. Não pode ser a regra. As pessoas erram quando fazem baderna na comissão. Mas não se pode, por conta disso, decidir simplesmente que todas as sessões serão fechadas. Isso foge à tradição do Parlamento. É absurdo. Como é que vamos impedir o acesso do povo ao Parlamento? Como impedir as pessoas de acompanhar os debates nas comissões? Se há um lugar em que o povo tem que ter todo o acesso é o Parlamento. Se o povo não puder entrar na sua casa, vai entrar onde? O tumulto só desqualifica quem o promove. Mas a reação radical da presidência da comissão cria mais problema, não solução.

*

 

— O que fazer? 

-Vou ter o final de semana para pensar no que fazer. Há um quadro formado. De um lado, pessoas que, a pretexto de participar, brigam, xingam e sobem nas mesas para inviabilizar os trabalhos. Do outro lado, há excessos na reação do comando da comissão. É uma situação muito sensível.

*

 

— Há algo que a presidência ou a Mesa diretora da Câmara possa fazer? 

-É preciso lembrar que, em relação a essa decisão tomada agora, qualquer deputado pode questionar o fechamento das reuniões. Qualquer um tem o direito de questionar, porque foge à normalidade da Casa. Fechar é a excepcionalidade. Abrir é a regra. Havendo o questionamento, obviamente a Mesa terá de se pronunciar. À primeira vista, o fechamento não me parece uma solução adequada.

*

 

— Aprovou-se também na Comissão de Direitos Humanos a viagem do deputado Feliciano e comitiva para a Bolívia. O que achou? 

-Parece haver uma tentativa de criar um fato consumado. Mas é preciso levar em conta que esse tipo de viagem, feita em nome da Câmara, precisa ser aprovada pela presidência da Casa. A comissão envia o requerimento ao presidente da Câmara, que aprova ou não a viagem.

*

 

— E o presidente cogita não aprovar?

-Em condições normais, o presidente de uma comissão tem amparo regimental para propor essa ou aquela providência, para realizar isso ou aquilo. Mas as circunstâncias, é preciso admitir, não são normais. Então, convém analisar tudo muito bem antes de tomar uma decisão. No caso específico, convém verificar os fundamentos da viagem à Bolívia.

*

 

— O objetivo é verificar a situação dos torcedores do Corinthians presos na cidade de Oruro, não? 

-Soube que houve um questionamento sobre a necessidade de ir ou não à Bolívia. E o deputado Feliciano teria dito que conversou com as mães dos torcedores, que elas choraram e que o governo brasileiro não teria adotado as providências necessárias. Com todo o respeito ao sofrimento das mães, é preciso verificar se o governo de fato não fez nada.

*

 

— Na semana passada, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, esteve em Oruro e La Paz. Visitou os prisioneiros, foi à Promotoria, teve audiência com um ministro boliviano e visitou a embaixada brasileira. O senador não poderia compartilhar com a Câmara as informações que recolheu?

-É evidente que sim. Eu mesmo devo falar com o Ferraço. Ele pode nos dar informações valiosas. Vamos analisar a motivação da viagem, se há mesmo procedência. Quero saber em que estágio estão os contatos entre os governos do Brasil e da Bolívia. É preciso conversar com o Itamaraty. Com todas as informações em mãos, teremos condições de tomar a decisão mais responsável. Do contrário, fica parecendo ôba-ôba.

*

 

— Já foi marcada nova data para a reunião do deputado Feliciano com o colégio de líderes? 

-Está marcada. Será na terça-feira [9], às 11h.

*

 

— O deputado Feliciano disse que essa reunião tem o objetivo de achincalhá-lo. Acha que ele vai comparecer? 

-Ele irá. Pedi para falarem com o líder do PSC, André Moura. Acho importante ele ir. Sua ausência seria uma desatenção e até um desrespeito aos lideres de todos os partidos da Casa. Não faz sentido dizer que ele será achincalhado. Não é esse o objetivo de ninguém. E vão estar lá líderes que são favoráveis a ele: o Eduardo Cunha [do PMDB], o Anthony Garotinho [do PR]…

*

 

— Qual é, afinal, o objetivo dessa reunião? 

-Queremos encontrar uma saída para que a comissão tenha funcionalidade. Nada além disso. Todos querem que a comissão possa se reunir normalmente, que tenha um plenário respeitado, uma pauta digna, discussões elevadas e um resultado natural. Tudo isso depende muito do comportamento do deputado Feliciano. Espero que ele compareça à reunião como presidente da Comissão de Direitos Humanos, não como pastor. A democracia tem que ser exercida de forma respeitosa. Não se chega a lugar nenhum na base do grito. Tem que ser de forma equilibrada. E o deputado Feliciano poderia contribuir para o estabelecimento desse equilíbrio. Todos querem que ele presida. Mas a situação piorou. Soube que na reunião desta quarta-feira havia duas torcidas, uma contra e outra a favor. Em vez de esfriar, a situação fica cada dia mais difícil.

*

 

— Há duas semanas, o sr. disse que a presidência do deputado Feliciano na Comissão de Direitos Humanos tornara-se insustentável. Mantém a opinião? 

-Estávamos conversando com o líder do PSC [deputado André Moura] e com o presidente do partido [pastor Everaldo], que mudou de posição. Manteve a solidariedade ao deputado, na perspectiva de que haveria um mergulho, que tudo iria serenar. Quando a gente pensa que caminha para uma situação melhor, o deputado vai a um culto e diz que, antes dele, a comissão era dominada por satanás.

*

 

— Ele disse que falou como pastor, em ambiente religioso.

-Pois é, ele diz que falou como pastor. O problema é que não é possível se despir da condição de presidente da Comissão de Direitos Humanos só porque entrou na igreja. O que ele falou ali não foi a palavra de um pastor num culto religioso. Foi a manifestação de um presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. O exercício de uma função pública traz alguns bônus. Mas também traz ônus. Na presidência da Câmara, eu não posso falar como se ainda fosse líder do PMDB. Como presidente da Comissão de Direitos Humanos, o deputado Feliciano não pode chamar todo mundo que o antecedeu de satanás. Ao não distinguir joio de trigo, o deputado dificulta as coisas.

*

 

— Qual é o papel do presidente da Câmara nessa crise?

-Minha obrigação como presidente é fazer a Casa funcionar, fazer com que as comissões tenham funcionalidade, que se reúnam democraticamente, em ambiente respeitoso, capaz de acolher contrários e favoráveis às teses em debate. Lamentavelmente, isso é o que menos ocorre lá na Comissão de Direitos Humanos. Há exageros de todos os lados. Mas o que se espera do presidente da comissão é ponderação.

*

 

— Mudando de assunto: na sua campanha à presidência da Câmara, o sr. assumiu o compromisso de aprovar o ‘Orçamento impositivo’ para as emendas de parlamentares. A Comissão de Constituição e Justiça aprovou nesta quarta-feira uma emenda que prevê a execução obrigatória de todo o Orçamento da União, não apenas das emendas. Acha possível que isso vire realidade? 

-Não há hipótese de aprovarmos nada que inviabilize a execução orçamentária. O Orçamento da União é elaborado em bases realistas. Mas traz sempre uma previsão de arrecadação tributária que pode acontecer ou não. Às vezes a previsão é superada, outras vezes não. Numa situação como essa, em que lidamos com o imponderável, não podemos amarrar o Orçamento.

*

 

— Por que foi aprovada essa emenda? 

-Veja bem, a negociação que fiz com os líderes envolve as emendas parlamentares. Mas era preciso colocar o tema do orçamento impositivo para andar. Precisávamos de um gancho. Foram reunidas todas as propostas que tramitavam na Casa. E a CCJ aprovou apenas a ‘admissibilidade’. Agora, uma comissão especial vai tratar do mérito. Será elaborada uma nova PEC [proposta de emenda constitucional], fruto desse entendimento.

*

 

— Qual será o teor dessa PEC? 

-A proposta será formatada numa ampla negociação. Vai tratar das emendas individuais dos parlamentares, em valores a serem definidos. Tudo negociado com o Executivo. Essas emendas podem inclusive ser direcionadas para programas do próprio governo, nas áreas de saúde, educação e segurança pública. Todos ganham e o parlamentar sai dessa posição humilhante de mendigar a liberação de R$ 100 mil, R$ 200 mil, R$ 300 mil para seus municípios.

*

 

— Vários escândalos nasceram de emendas de parlamentares. Não é temerário tornar obrigatória a execução dessas emendas? 

-Estamos falando de emendas pequenas, com valores de R$ 100 mil a R$ 300 mil. Não há escândalo nesse tipo de emenda. A PEC vai estabelecer limites e formas de controle. Essas emendas individuais permitem que os parlamentares atendam demandas de pequenos municípios. Demandas que não costumam chegar nas mesas dos ministros. Um pequeno posto de saúde, uma passagem molhada. O que não pode continuar como está: libera o de um, segura o de outro. Solta a emenda do aliado, não empenha a da oposição. Isso não é de agora. Vem de outros governos, o do Fernando Henrique, o do Lula… Tem que acabar.

4 de abril de 2013 às 11:08

Monsenhor Lucas no Itepan e Padre Valquimar na Faculdade de Teologia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Monsenhor Lucas Batista Neto, que dirigia a Faculdade de Filosofia e Teologia Dom Heitor Sales, em Natal, foi nomeado diretor do Instituto de Teologia Pastoral de Natal  – ITEPAN.

Para seu lugar na faculdade, o arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha, nomeou o Padre José Valquimar Nogueira do Nascimento.

Padre Valquimar também foi nomeado capelão da Província Nossa Senhora das Neves, da Congregação das Filhas do Amor Divino, em Emaús.

As nomeações entraram em vigor no dia primeiro.

Padre Valquimar estava morando no Rio de Janeiro, fazendo mestrado em Direito Canônico.

*

As mudanças fazem parte da rotina da nova gestão da igreja católica no Estado.

4 de abril de 2013 às 11:03

Congresso deverá reduzir multa do FGTS de trabalhadores domésticos [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Da página online do Correio Braziliense:

 

Congresso apresenta o refis das domésticas para beneficiar patrões

Depois do Supersimples, o Congresso apresentará projetos a fim de permitir o parcelamento de dívidas de empregados com a Previdência Social e a redução da multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, de 40% para algo entre 5% e 10%

 

Diante da gritaria dos patrões, preocupados com o aumento de custos impostos pela Lei das Domésticas, que entrou em vigor ontem, o Congresso Nacional decidiu sair em socorro desse grupo — a maioria, de classe média. Além de propor a criação de um Supersimples para facilitar o recolhimento dos encargos trabalhistas fixados por meio uma emenda à Constituição, o Congresso Nacional apresentará projeto para permitir o refinanciamento de dívidas (Refis das Domésticas) de empregadores com a Previdência Social e a redução, de 40% para algo entre 5% e 10%, da multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) paga em caso de demissão sem justa causa.

O relator da Comissão Mista das Leis, senador Romero Jucá (PMDB-RR), defendeu que tais incentivos vão estimular a formalização de trabalhadores domésticos. No caso das contribuições em atraso ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a ideia é abater 100% das multas, reduzir em menos 60% os juros e estender os prazos de pagamento.

“A falta de capacidade dos empregadores de arcar com esses débitos pode gerar demissão ou uma não regularização dos trabalhadores dentro das novas vantagens”, frisou.

4 de abril de 2013 às 10:56

Ex-titulares da Saúde de volta ao Santa Catarina [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Tudo como antes…no quartel de Abrantes.

Ex-secretário de Saúde do Estado, médico Isaú Gerino, e ex-adjunta da Saúde do Estado, médica Kátia Mulatinho, ambos dos quadros da UFRN, deixaram o Hospital Santa Catarina, que dirigiam, para assumirem a complicada pasta do governo…

Exonerados, os dois…voltaram para o Santa Catarina.

 

4 de abril de 2013 às 8:00

Câmara aprova projeto que obriga fornecedor a recolher remédio próximo do vencimento [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Câmara Municipal de Natal aprovou, na sessão desta quarta, em segunda discussão, projeto de lei do vereador Franklin Capistrano (PSB), que manda fornecedores de medicamentos trocarem os produtos vendidos até 30 dias antes do vencimento.

 

“É preciso verificar e envolver a responsabilidade pelo fornecimento, armazenamento e distribuição de medicamentos para atender as demandas da sociedade do município”, disse o vereador, justificando que o projeto busca reduzir a quantidade de medicamentos que vai para descarte.

4 de abril de 2013 às 7:06

Henrique cancela primeira viagem internacional como presidente da Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do jornal O Estado de Minas desta quarta:

 

Efeito Feliciano

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Bruno Araújo (PE), o colega Fábio Ramalho (PV-MG) e a deputada Gorete Pereira (PR-CE) embarcaram ontem (segunda) para o México, onde representam o Brasil no encontro dos Parlamentos do G-20. Estava prevista ainda a ida do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique EduardoAlves (PMDB-RN), mas a cirurgia e o caso Marco Feliciano (PSC-SP) no Conselho de Ética fizeram com que ele desistisse. Talvez por isso o líder do PMDB na Casa,Eduardo Cunha (RJ), tomou a mesma decisão. Também não viajou.

4 de abril de 2013 às 6:00

Fábio Faria sugere à presidente Dilma que governo veicule campanhas educativas nas rádios comunitárias de todo o Brasil [2] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal Fábio Faria, segundo vice-presidente da Câmara, enviou à presidente Dilma Rousseff uma sugestão para que o governo federal faça um estudo técnico sobre a viabilidade da divulgação da propaganda governamental nas rádios comunitárias.

Pela legislação, as emissoras comunitárias não são habilitadas a veicular mídia pública.

Fábio atendeu apelo da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (ABRAÇO).

 

“As rádios comunitárias são um canal importante para a democracia e cumprem um papel social nas comunidades onde estão localizadas, mas muitas estão na iminência de suspender as atividades por falta de apoio”, disse o deputado, justificando que as emissoras poderão funcionar como um canal muito próximo da população para transmitir campanhas educativas de combate às drogas, à dengue e de prevenção de acidentes nas estradas, por exemplo.

 

4 de abril de 2013 às 1:32

Carnes e sanduíches [0] Comentários | Deixe seu comentário.

As jornalistas Juliska Azevedo e Georgia Nery reúnem jornalistas nesta quinta-feira para apresentarem o restaurante Freddy’s Burguer & Steak House.

Novidade na área de sanduíches e carnes que abre as portas no bairro de Petrópolis.

Sócios do restaurante

4 de abril de 2013 às 1:23

Vem.aí [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Jornalista Luiz Veiga.

É este o diretor de jornalismo da InterTV Cabugi.

Desembarcou do Rio de Janeiro, em Natal, com uma missão: reestruturar a emissora.

A intenção é que Veiga fique em Natal nos próximos 90 dias.

Tempo suficiente para mexer onde achar necessário.

 

Da última vez que a Cabugi importou um jornalista para comandar a redação, o recém-demitido Lélio Pagioro, ele demitiu, de uma vez só, 15 jornalistas.

Ganhou a antipatia da categoria e da cidade.

Certamente, para evitar desgaste dentro de casa, Veiga vem…atua…e vai embora.

4 de abril de 2013 às 1:03

Deputado e vereador entregam projeto para melhorar trânsito de Natal ao prefeito Carlos Eduardo [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O projeto para melhorar o trânsito de Natal, criado pelo deputado Kelps Lima e pelos vereadores Rafael Motta e Paulinho Freire, foi entregue ao prefeito Carlos Eduardo nesta quarta-feira.

O documento foi levado à Prefeitura por Kelps e Rafael.

Justificando problema de saúde, Paulinho não pôde ir à audiência.

As propostas apresentadas no documento, segundo os parlamentares, não implicam em custos para o Município.

Carlos Eduardo, Kelps e Rafael Motta

 

4 de abril de 2013 às 0:30

Rosalba e Carlos Eduardo aliados para sanear Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Adversários políticos, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e o prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), se reuniram nesta quarta-feira.

Na pauta, sem política, obras do projeto ‘Sanear Natal’, contemplado pelo programa do governo do Estado, ‘Sanear RN’.

A execução do programa na capital foi anunciada como a primeira parceria entre Estado e Prefeitura.

No foco dos governos, a perspectiva de sanear 80% de Natal.
“Essa é a hora de darmos as mãos, nós e a Prefeitura, para sanear a capital potiguar que possui apenas 32% do seu território saneado. Queremos atingir a meta dos 100%, mas, por enquanto, os projetos de esgotamento beneficiam pelo menos 80% da cidade, e por isso precisamos dessa parceira para dar agilidade às obras”, explicou a governadora, que convidou om prefeito para ir ao seu gabinete na Governadoria.

Segundo a governadora, os recursos que serão aplicado, no valor total de R$ 700 milhões,  já estão assegurados pelo PAC 2.

 
O prefeito Carlos Eduardo disse que a partir desta quinta-feira, secretários e o setor jurídico da Prefeitura se reunirão com a Caern.

“Natal tem um contrato de concessão com o governo que vence em 2015 e esse contrato prevê que o Estado devolva a cidade completamente saneada. Por isso eu acredito que essa meta será atingida, até porque a governadora e eu vamos atuar em conjunto e vamos acompanhar todas as providências para que a gente possa garantir que Natal conquiste esses 100% de saneamento”, afirmou o prefeito.

 

Carlos Eduardo e Rosalba