Thaisa Galvão

30 de junho de 2013 às 18:44

#opovoquerfalar: “Amanhã vai ser outro dia!”, por Jesus de Rita de Miúdo [3] Comentários | Deixe seu comentário.

Do blogueiro acariense, pesquisador, inteligente, escritor, Jesus de Rita de Miúdo, sobre o Brasil nosso de cada dia, o Brasil nosso de amanhã…

 

 

Amanhã vai ser outro dia! 

 

PMDB, PRN, PSDB, PT… tudo farinha mofada caída do mesmo saco furado: MDB/1968.

Queriam mudar o Brasil e tinham um projeto espetacular para isso. Mudaram?

Não.

A ganância pela permanência no poder – aliada com a corrupção – fraturou o ideal democrático e de crescimento sustentável do Brasil. Vejam no que deu.

Nenhum desses sobejos do MDB desenvolveu algo justo e bom para a nação, com lucro social para todos os brasileiros. Nenhum!

 

O PMDB foi sustentado pela voz do povo no movimento Diretas Já, dentro do congresso, e derrotou Maluf no voto indireto.

Porém, o primeiro partido pós Ditadura Militar, caiu em um golpe impensável: chegou ao poder dizendo sim a Sarney, capacho da extinta ARENA, um dos criadores do PDS e, por conveniência, lacaio do antigo sistema inserido no novo (P)MDB. Alguns foram às ruas e gritaram “o povo não esquece, Sarney é PDS”. Não se esqueceu o personagem, porém, esqueceu a trama e ela se repetiu.

Mesmo assim o partido não acordou e apoiou – em busca da permanência no poder – a entrada de Fernando Collor em suas trincheiras.

 

Também parido nos corredores escuros e obtusos da antiga ARENA, jovem, bonito, elegante, bem casado e transferindo ao povo o ideal de herói “caçador de marajás”, Collor chegou ao Planalto Central com apoio da massa. A oposição lamentando apenas o fato de ele ser o queridinho da mídia.

Rapidamente se foi essa escassez de argumentos. Em pouco tempo eles, os argumentos contra Collor, eram relacionados em dezenas.

 

Depois de sua saída a esperança ganhou novo rosto. Entretanto…

PSDB e PT juntos têm vinte anos de governo e vivem na pseudo briga para provar quem mais fez pelo Brasil. Fizeram, fizeram. Cada um aquilo que puderam fazer. Mas foi pouco. Muito pouco! Poderiam ter feito mais caso o par ganância/corrupção tivesse sido deixado de lado por eles e se, somente se, a base aliada não fosse uma alcateia faminta à espreita dos cordeiros gordos vindos pela venda de seus apoios.

Por fora disso tudo o DEM, filho do PDS, escancara a sua boca cheia de dentes letais e de saliva venenosa, fingindo bondade e vestindo-se de anjo, forçando o esquecimento dos dramas vividos nos porões sob a grande sala onde se regalava a sua avó ARENA.

 

O povo nas ruas exigindo Reforma Política urgente, para agora, entre outras coisas, é a prova da falência do atual sistema repetindo o velho modus operandi.

A Ditadura Populista e o plano de governar o Brasil por trinta anos pensados por PT/PMDB é um ultraje à nação. O povo também está contra a privatização da política.

Os partidos políticos agindo fora dos ideais escritos em seus estatutos preliminares e presentes nas primeiras atas, cospem na cara de quem os apoiou no passado.

O país perplexo virou o País do Protesto.

 

Mudanças já! Mudanças, sim, assim mesmo no plural, para estarem alinhadas com a pluralidade de pensamentos políticos assomando-se das ruas para as torres mais altas de Brasília.

E os nossos olhos brilhando auguram um futuro melhor, como sempre foi. A esperança moribunda, no entanto, viva!

Amanhã vai ser outro dia.

A Ética, de uma vez por todas sendo o mastro inquebrável da nossa bandeira. A “Ordem e Progresso” por lema absoluto!

 

Jesus de Rita de Miúdo.

30 de junho de 2013 às 18:33

#opovoquerfalar: “Plebiscito: temos que ouvir as vozes da rua”, por Fátima Bezerra [2] Comentários | Deixe seu comentário.

#opovoquerfalar

Da deputada federal Fátima Bezerra (PT) sobre o plebiscito sugerido pela presidente Dilma Rousseff para ouvir os brasileiros sobre reforma política.

 

 

Plebiscito: temos que ouvir as vozes da rua

 

Ouvindo a voz que vem das ruas, a presidenta Dilma se posicionou claramente anunciando iniciativas de governo que respondem aos reclames da população.  Além disso, assumiu posicionamento político e provocou a construção de um pacto com governadores e prefeitos para avançar em áreas como educação, saúde, segurança pública e mobilidade urbana.  Do ponto de vista político o povo está dizendo que quer um país com regras que assegurem uma democracia verdadeiramente representativa com mais participação popular. Quer ser ouvido e quer decidir. Isso foi o que o PT sempre defendeu ao longo de 33 anos de história e nunca tivemos medo de ver o povo nas ruas lutando pelos seus direitos. A luta por uma reforma política sempre foi uma bandeira do PT e de todos que realmente tem posições democráticas, sem tergiversações.
Ao propor um plebiscito amplo para a população se posicionar sobre a reforma política em pontos essenciais, a presidenta quer que primeiro o povo  expresse para o congresso nacional, que tipo de reforma política prefere. Ao contrário da oposição, que quer que o Congresso faça a reforma para só depois o povo possa opinar e dizer se quer tudo ou nada, nós queremos que a população diga o que quer e como quer que seja o sistema eleitoral, que a população debata e defina os pilares da reforma, cabendo ao congresso encaminhar a decisão soberana do povo brasileiro.
Quem fala em golpe sabe o que é ditadura, até porque alguns que hoje vociferam contra esse projeto da Presidenta Dilma, foram gestados no obscurantismo político que o país viveu. A oposição sem projeto continua com dificuldade de achar um rumo. Não quer ouvir a voz que vem das ruas. Tenta surfar nas mobilizações populares e aproveitar o momento para readquirir fôlego e se postar na disputa para 2014, sem analisar inclusive os próprios erros. Esquecem até  que as mobilizações tomaram um ritmo mais radicalizado a partir da repressão violenta das polícias tucanas de São Paulo e Minas Gerais.
O povo quer avanços. Ser ouvido. Decidir. Mas a oposição não entendeu, até porque são partidos que nunca entenderam de manifestação de rua e na arrogância características de seus senhores, querem oferecer um bolo inteiro, onde a população engula inteiro, sem fatiar, ou fique sem nada. É isso que é o referendo defendido ontem em nota do DEM, PSDB e PPS.
Nós queremos o que o povo quer: avanços e mudanças. A oposição quer fazer a política menor.
O momento agora é de fazer o debate político para que o povo seja ouvido em plebiscito e a reforma política seja feita a tempo de valer para as eleições de 2014. Da mesma forma que as manifestações populares em uma semana obrigou o Congresso Nacional a enterrar a PEC 37, aprovar a lei que torna corrupção crime hediondo e garantir a destinação dos recursos dos royalties para educação e saúde a nossa confiança é que essa mesma força garanta a reforma política com plebiscito.
Fátima Bezerra

30 de junho de 2013 às 18:28

Agripino comenta pesquisa e sugere criação de CPMI para apurar gastos com estádios [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Do senador José Agripino, presidente nacional do DEM, sobre os números da pesquisa Datafolha que apontam queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff:

 

“Este é um claro sinal de advertência aos equívocos do PT na forma de governar. É hora de reconhecer os erros e mudar. Acabou o tempo de o governo ser exercido em nome de uma reeleição. A crise impõe que tanto governo quanto oposição não pensem em si próprios, mas sim no futuro do país”.

 

E Agripino foi à tribuna do Senado para defender uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar se houve superfaturamento na construção dos estádios para as copas das Confederações e do Mundo.

 

“Uma das reivindicações da sociedade, que deve ser objeto de reflexão, é a luta contra a corrupção, e ficou claramente demonstrada a preocupação das ruas com o custo das arenas. A de Brasília, por exemplo, custou mais de R$ 1 bilhão, envolvendo recursos públicos, sem contar que falam em superfaturamento”, disse o senador.

 

“É uma prerrogativa e uma obrigação do Congresso criar uma CPI mista para que, com base nos dados do Tribunal de Contas da União, passe a limpo essa novela da gastança de recursos para o Brasil sediar uma Copa”.

 

30 de junho de 2013 às 17:57

Depois de dias de silêncio, Lula aparece na África e comenta onda de protestos no Brasil [1] Comentários | Deixe seu comentário.

E o ex-presidente Lula resolveu dar o ar da graça depois que a presidente Dilma Rousseff começou a despencar nas pesquisas.

Queda nos índices de administração…queda na preferência eleitoral…e um detalhe: só Lula ainda salvaria.

E depois de um silêncio ensurdecedor, Lula apareceu…na África.

 

Do dite Terra:

 

Lula elogia manifestações: “feliz é o país que tem um povo com liberdade”

Ex-presidente entende que atitudes como questionar o custo da Copa do Mundo e pedir mudanças sociais são saudáveis e democráticas

Lula fez o discurso de abertura no encontro sobre segurança alimentar na África Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula / Divulgação

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre as recentes manifestações que têm tomado as ruas do Brasil durante um discurso na Etiópia, onde participa de um encontro sobre segurança alimentar na África. Lula considerou os protestos como parte do processo da democracia, e afirmou que essa liberdade é benéfica para o Brasil, segundo divulgou o Instituto Lula. “Feliz é um país com um povo que vai às ruas querendo mais”, disse. Ele também elogiou a atuação da presidente Dilma Rousseff e sua abordagem em relação às manifestações.

 

“Nos últimos 15 dias vocês ouviram pela TV e leram pelos jornais muita movimentação no Brasil: passeatas, protestos e queria dizer a vocês que feliz é o país que tem um povo que tem liberdade de se manifestar. E mais feliz ainda é um país que tem um povo que se manifesta e que vai às ruas querendo mais”, afirmou Lula.

 

“As pessoas querem mais no Brasil, mais transporte, mais saúde, mais salário, questionar o custo da Copa do Mundo. Acho que isso é saudável para um país que vive apenas 20 e poucos anos de democracia contínua”, completou o ex-presidente.

 

Combate à fome
Durante o evento, Lula defendeu a importância do combate à fome e à pobreza como políticas de Estado enquanto expunha o exemplo brasileiro. “A fome não será erradicada se os pobres não forem incluídos no orçamento do governo. Estou convencido que o fim da fome é possível se for uma política de Estado, e se não for tratada como um programa temporário ou eleitoral”, garantiu o ex-presidente, frisando que não pretende “dar lições”.

 

Ele também destacou a necessidade de empenho da sociedade civil nesse processo e disse que “todos os países da África e do mundo podem erradicar a fome se eles incluírem o pobre no orçamento nacional. Apenas crescimento econômico não é suficiente”. Lula ainda comentou as críticas dirigidas ao programa Bolsa Família, afirmando que tentou convencer a todos – inclusive o governo – que “dar dinheiro pra pobre não é gasto, é investimento”.

 

O evento foi organizando pela União Africana, pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pelo Instituto Lula em Adis Abeba, Etiópia. O objetivo do encontro é trocar experiências entre o Brasil, países africanos, e também a China e o Vietnã, no combate à fome e ampliação da produção agrícola.

Lula e José Graziano, diretor geral da FAO Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula / Divulgação

 

 

30 de junho de 2013 às 17:44

#opovoquerfalar: “Vamos discutir a relação?!”, por Luciano Ramos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

#opovoquerfalar

Do Mestre em Direito e procurador Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado, Luciano Ramos, em artigo publicado na Tribuna do Norte deste domingo, sobre o momento do Brasil de hoje…de ontem…e pelo visto, do futuro…

 

Vamos discutir a relação?!

 

“Brasil! Mostra a tua cara!
Quero ver quem paga pra a
gente ficar assim…
Brasil! Qual é o teu negócio? Qual o nome do teu sócio? Confia em mim…”
(Brasil, Cazuza)



As ruas brasileiras, sobretudo as capitais, já viram muita coisa em nossa história recente, mas ultimamente foram surpreendidas com uma grande DR – aquela discussão da relação que as mulheres adoram -, entre o Poder Público, substantivo masculino que é, e a cidadania, com todas as qualidades inerentes à alma feminina.

Em terras tupiniquins, este matrimônio sempre esteve desequilibrado em prol do Estado, muitas vezes imposto pela força, até para criar obrigações para o cidadão, sobretudo no que tange a arcar com os custos das decisões tomadas unilateralmente pela Administração Pública. À cidadania, alijada do processo decisório, cabia o nobre papel de pagar os impostos e torcer para em algum momento esta contradança lhe ser menos árida; quem sabe com algum serviço público de qualidade de “presente”, uma vez que a outra parte resiste em ver isto como sua obrigação neste casamento indissolúvel.

Mas toda relação desequilibrada é essencialmente instável, o que haveria de culminar com um freio de arrumação, cujo principal objetivo há de ser a criação de uma via de mão dupla, com a confirmação dos poderes estatais, mas, sobretudo, com a ênfase nos deveres do Poder Público em face da sociedade civil.

Infelizmente, ainda não chegamos ao ponto em que o Estado e a sociedade discutam efetivamente os gastos públicos, com exposição clara das prioridades e o retorno que estes darão para o bem comum. Longe estamos da cidade Suíça que, antes de se candidatar para sede dos Jogos Olímpicos de inverno, consultou sua população e terminou por não concorrer à realização deste evento igualmente mundial, tendo em vista a rejeição aferida no plebiscito realizado.

A gestão dos recursos públicos no Brasil está muito longe de dar-se desta maneira, fato demonstrado pela decisão de sediar dois eventos grandiosos como a Copa do Mundo e as Olímpiadas, logo após ter realizado o Panamericano de 2007. Se não fomos consultados quanto à opção, igualmente a sociedade não foi ouvida quanto aos R$ 28,1 bilhões que supostamente serão gastos na Copa do Mundo de futebol – teoricamente, pois a experiência do Panamericano mostra que o valor final pode chegar absurdamente a 10 vezes o valor orçado.

À sociedade, restaria o papel de Amélia e achar bonito não ter o que comer, ou ainda não ter transporte descente para se locomover. E mais decisões unilaterais são impostas, como a opção pelo trem bala, pouco pertinente à solução dos problemas de mobilidade urbana, mas que consumirá algo em torno de R$ 40 bilhões, e ainda dizer que isto é resposta à voz das ruas.

Mas os tempos de Amélia já se vão longe, o que haverá de amenizar a polaridade desta relação, inicialmente com uma fase de tensão, mas que tende à harmonia do equilíbrio de um casamento necessário entre Estado e sociedade civil. Para tanto, indispensável que haja transparência nos gastos públicos, com plena aplicabilidade da Lei de Acesso a Informação, cuja total implementação encontra resistência em muitos gestores públicos, lentos na percepção de que a relação mudou, pois agora haverá de calcar-se na legitimidade e na confiança, sob pena de mudanças no parceiro responsável por tomar as decisões.

Transparentes os gastos públicos, parte-se para o dever do cônjuge que arrecada os tributos justificar os serviços públicos que presta, adequando sua qualidade, por ser esta a razão de ser da sua existência e o mínimo que ele tem de retribuir a quem paga as suas contas e que, ao fim e ao cabo, deveria ser a parte mais forte neste enlace. Assim, ajustados os gastos e os serviços públicos, poderemos alcançar o desenvolvimento econômico e humano com frutos positivos para as duas partes nesta relação.

E para não dizer que não falei das flores, recordo que entre as doze sedes da Copa do Mundo de 2014, a cidade do Natal e o estado do Rio Grande do Norte figuram entre os piores em transparência nestes gastos específicos, consoante Instituto Ethos.

 

30 de junho de 2013 às 9:22

Em campanha, Robinson Faria participa de festas juninas em Natal e no interior [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Vice-governador e candidato à sucessão de sua própria chapa no próximo ano, em oposição à governadora Rosalba Ciarlini, Robinson Faria tem rodado o Estado.

No período de festejos juninos, visitas aos arraiás e lideranças políticas.

Na sexta-feira, o Arraiá 23 do ex-deputado Wober Júnior (PPS) e o São Pedro do município de Pedro Velho, onde foi recebido pelo prefeito Zé Marques (PSD), e o vice Danilo.

Com Wober Júnior em Candelária e abaixo, na festa de Pedro Velho

 

No sábado, o roteiro foi pela região Oeste.

Em José da Penha, com o prefeito Antônio Dólar, participou da inauguração da nova sede da Prefeitura. Em seguida, ele e o ex-prefeito de São Miguel e candidato a deputado, Galeno Torquato, foram à festa de São Pedro do município de Severiano Melo, onde foram recebidos pelo prefeito do PSD, Dagoberto.

José da Penha e Severiano Melo

30 de junho de 2013 às 8:39

Nicolelis fala do projeto ‘Andar de Novo’ mas não apresenta brasileiro que vai sair da cadeira de rodas e dar primeiro chute da Copa [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O neurocientista Miguel Nicolelis deu entrevista na tarde deste sábado, no Centro Aberto de Mídia (CAM), da Copa de 2014, no Rio de Janeiro.

Apresentou à imprensa o projeto “Andar de Novo”, que ele justifica como resultado de pesquisa única no mundo, e que dará movimento a pessoas que sofreram lesões ou doenças neuromotoras.

Como já disse em outras entrevistas, repetiu que isso será possível com a utilização de um exoesqueleto (roupa mecânica), controlado por estímulos cerebrais para integrar cérebro-máquina no uso clínico em reabilitação motora, por meio de neuropróteses e que o trabalho envolve 170 pesquisadores de diversos países.

 

“Nossa ambição é que cadeiras de roda se tornem objetos de museu. Não podemos desprezar que também existem imponderáveis na ciência, mas nossa pesquisa está adiantada e temos confiança de que em breve poderemos devolver os movimentos para pessoas com problemas neuromotores”, disse Nicolélis.

 

O neurocientista quer apresentar ao mundo o resultado desse projeto na abertura da Copa do Mundo, no Brasil, fazendo com que um brasileiro portador de paralisia entre no estádio, sem cadeira de rodas, e dê o primeiro chute na bola.

 

As pesquisas para se chegar a esse resultado vêm sendo desenvolvidas nas áreas da neurociência, robótica, engenharia eletrônica, reabilitação motora e ciência da computação, e são financiadas pelo governo brasileiro.

 

O que seria interessante agora, depois das informações que vem sendo apresentadas com frequência, seria apresentar o brasileiro com paralisia que vai se submeter ao espetáculo da neurociência.

A expectativa dessa pessoa, que já deve estar acompanhando o processo da pesquisa, é a grande curiosidade do brasileiro.

Porque o projeto todo mundo já tinha conhecimento.

Nicolelis repetiu as informações sobre o projeto

 

 

 

30 de junho de 2013 às 8:20

Rosalba, João Maia e Walter Alves no aniversário (lançamento) do presidente da Faern [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Foi com festa de aniversário que o presidente da Federação da Agricultura, José Veira, recém-filiado ao PR, lançou sua candidatura a deputado, ontem no município de Elói de Souza.

Claro que a candidatura não foi anunciada…nem precisava.

Desde que se filiou ao PR que o aniversariante não tem parado, e tem rodado pelo Estado afora para ficar conhecido.

A festa com bolo e parabéns teve a presença do comandante do partido, deputado João Maia, da governadora Rosalba Ciarlini e do deputado estadual Walter Alves.

João Maia, a governadora Rosalba com a neta Sofia e o aniversariante-candidato José Vieira (Fotos: Marcos Dantas)

Acompanhando o discurso da Rosa, os deputado João Maia e Walter Alves

José Vieira é filiado ao PR

30 de junho de 2013 às 6:58

Ministra Cármen Lúcia reúne presidentes dos TREs para tratar de plebiscito [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E o plebiscito que a presidente Dilma Rousseff tanto quer, para ouvir a voz do povo sobre reforma política, começa a enfrentar entraves…

Depois do nariz torcido do Congresso, que prefere dar as cartas em vez de ouvir o povo, nesse caso, agora é a Justiça Eleitoral quem começa a apontar dificuldades.

O tempo é a principal.

É que, segundo os especialistas no assunto, entre o momento de sugerir o plebiscito e realizá-lo, seriam necessários 6 meses.

Na próxima terça-feira a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, vai reunir presidentes dos Tribunais Regionais para sentir se terá apoio dos Estados para elaborar o plebiscito num período mais curto de tempo.

 

30 de junho de 2013 às 1:47

Datafolha: Dilma e o segundo turno [1] Comentários | Deixe seu comentário.

E a presidente Dilma Rousseff bota os pés no chão e pára de voar em céu de brigadeiro.

O que poderia ser uma reeleição tranquila para a petista, começa a enfrentar obstáculos.

Tudo depois da ida do povo às ruas do Brasil.

Resta saber se, passada a euforia das ruas, a presidente vai recuperar seu fôlego…ou se o clima anti-política dos brasileiros vai continuar até a campanha do próximo ano.

Depois da queda da popularidade da gestora, a pesquisa Datafolha também mostrou a queda na preferência eleitoral.

Leia reportagem da Folha Online:

 

Dilma perde apoio e enfrentaria segundo turno em 2014, diz Datafolha

 

Após três semanas de manifestações, a taxa de intenção de votos da presidente Dilma Rousseff caiu até 21 pontos percentuais. Embora ainda lidere a disputa de 2014, Dilma é a pré-candidata que mais perdeu apoio na corrida presidencial e a queda indica que hoje ela teria de enfrentar um segundo turno.

O cenário hoje mais provável para a sucessão inclui Dilma, Marina Silva (Rede), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

Nessa simulação, a petista tinha 51% das intenções de voto nos dias 6 e 7 deste mês. Agora, desceu para 30%. Esse é o mesmo percentual da aprovação de seu governo, apurada no mesmo levantamento e divulgada neste sábado (29) pela Folha.

Nesse mesmo cenário, Marina Silva subiu de 16% para 23%. Aécio Neves foi de 14% para 17%. Campos oscilou de 6% para 7%. Nessa hipótese, seria realizado um segundo turno entre a petista e Marina.

O Datafolha foi à ruas na quinta e na sexta-feira. Entrevistou 4.717 pessoas em 196 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Leia na edição da Folha deste domingo outros cenários da pesquisa Datafolha, incluindo o antecessor de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. (FERNANDO RODRIGUES)

30 de junho de 2013 às 1:18

Mega-sena acumula e deve pagar 42 milhões na quarta-feira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mega-sena acumulada mais uma vez e o prêmio do sorteio da próxima quarta-feira pode ser de R$ 42 milhões.

As dezenas sorteadas neste sábado, no concurso 1.507 foram:

 24 – 46 – 50 – 51 – 52 – 56
A Quina teve 93 acertadores e cada um vai receber R$ 34.293,63.