Thaisa Galvão

5 de setembro de 2017 às 12:04

Rogério Marinho admite que não usou palavra ‘mais adequada’ mas garante que não destratou jornalista [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Do deputado federal Rogério Marinho (PSDB) sobre a reação da imprensa de Currais Novos a uma declaração sua durante entrevista no município:

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO



Esclareço que não destratei a jornalista Ana Paula Julgman de Currais Novos.

Lamento que a mesma tenha se sentido ofendida com minha resposta.

O adjetivo que utilizei se refere à pergunta e não à jornalista, como está claro no vídeo abaixo.

A palavra utilizada por mim não foi a mais adequada.

O que eu quis dizer era que a indagação da respeitável jornalista carecia de lógica, ou seja, não fazia sentido, pois estava desconectada do texto legal.

Durante oito meses, dialoguei sobre a modernização das leis trabalhistas com centenas de pessoas entre jornalistas de todo o país, deputados, senadores, sindicatos de trabalhadores, centrais sindicais, sindicatos patronais, juízes, procuradores, partidos políticos, intelectuais e especialistas na matéria.

Foram meses de intenso e profícuo trabalho.
Em todo esse período, atendi a imprensa brasileira com civilidade e cordialidade, respondendo sempre todas as perguntas que me faziam. Jamais me furtei a responder qualquer indagação por mais enviesada que fosse. Infelizmente, alguns pontos do amplo debate sobre as leis do trabalho foram contaminados por clichês, falácias e palavras de ordem.

O artigo da lei que estabelece a prevalência do negociado sobre o legislado fortalece e empodera os sindicatos responsáveis e representativos no País.

O artigo 611-A está respaldado pela Constituição Federal, pela CLT, pelas convenções internacionais da OIT e por julgados do STF.

Por fim, peço desculpas à jornalista pelo mal entendido e esclareço que em nenhum momento pretendi atingí-la ou à imprensa de Currais Novos. Estou à disposição para qualquer esclarecimento necessário.

Rogério Marinho

Deputado Federal

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