Thaisa Galvão

20 de maio de 2008 às 23:55

Wilma conta com Robinson para não ficar sozinha na jaula dos leões [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado Robinson Faria não diz que sim, nem que não.
Mas deverá fechar apoio à candidatura da deputada Fátima Bezerra.
O presidente da Assembléia gostaria de subir no palanque da deputada Micarla de Sousa.
Disse quinhentas mil vezes na imprensa que se afinava com Micarla, que era amigo de longas datas dela…
Mas, Robinson é a garantia de que a governadora Wilma de Faria não ficará sozinha em cima do palanque toooootalmente formado por seus, até minutos atrás…adversários.
Robinson será a companhia que a governadora precisa agora.
Para ter certeza de que, pelo menos com um, poderá contar.

20 de maio de 2008 às 23:52

Robinson e Fátima terão um encontro na noite desta quarta ou na manhã do feriado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E o deputado Robinson Faria telefonou para a deputada-candidata Fátima Bezerra na noite desta segunda-feira.
Ligou para dar parabéns pelo aniversário.
Aí…
Claro, marcaram uma conversa.
Assim…como quem não quer e querendo…querendo mesmo!
Ou Robinson e Fátima conversam na noite desta quarta…
Ou na manhã da quinta de Corpus Christi…
Um dia santo pra se fechar uma parceria…profana…

20 de maio de 2008 às 23:51

Garibaldi continua adversário de Wilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Aliadíssimo da governadora Wilma de Faria de alguns minutos pra cá, o senador Garibaldi Filho fará oposição a Wilma em vários municípios.
A começar pelo segundo maior colégio eleitoral do Estado, que é Mossoró.
Onde ele subirá no palanque da prefeita Fafá Rosado, e Wilma no da deputada Larissa Rosado.
Garibaldi também será adversário de Wilma do ladinho de Natal…ali em Macaíba.
Em Parnamirim também.
Em Pau dos Ferros também.
Em Currais Novos, tudo indica que sim também.

20 de maio de 2008 às 23:50

Garibaldi e Agripino continuam fazendo dobradinha em vários municípios do RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E a aliança da governadora Wilma de Faria com o PMDB, como única forma de afastar o senador José Agripino Maia do senador Garibaldi Filho…
E garantir aí a dobradinha Wilma-Garibaldi para o Senado em 2010…
Parece que não vem dando muito certo não, viu?
Porque nestes palanques todos que Garibaldi não vai estar com Wilma…estará com José Agripino.
E agora à noite, na residência oficial da presidência do Senado…
Eis que o presidente Garibaldi recebeu para jantar, os dois amigos-parceiros Democratas: senadores José Agripino e Rosalba Ciarlini.
Em um jantar que não constava na agenda oficial do presidente do Senado.

20 de maio de 2008 às 23:39

Wilma nomeia presidente e diretor da Cehab [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Diário Oficial desta quarta-feira traz a composição da Cooperativa Estadual de Habitação – Cehab.
Com a nomeação dos dois únicos cargos criados: o de presidente e o de diretor administrativo-financeiro.
Para o primeiro, está nomeado o atual subsecretário de Habitação, Dâmocles Trinta.
E para o segundo, o advogado Leonardo Braz.
Meu conterrâneo lá de Acari.

20 de maio de 2008 às 23:06

Corpo de Kuka Lima será enterrado às 16h no Morada da Paz [0] Comentários | Deixe seu comentário.

É grande o movimento em frente à Casa de Saúde São Lucas, onde morreu às 21 horas o diretor do bloco Caju, Kuka Lima.
São os muitos amigos chocados com a notícia.
Ele tinha 36 anos e há 12 dias foi vítima de um AVC.
O corpo de Kuka será velado a partir das primeiras horas da manhã numa capela do Cemitério Morada da Paz, em Emaús.
Onde uma missa de corpo presente será celebrada às 15h pelo Monsenhor Lucas, e às 16h o corpo será sepultado.

20 de maio de 2008 às 21:13

Morre Kuka Lima, um dos fundadores do Carnatal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Acaba de falecer na UTI da Casa de Saúde São Lucas, Jussier Lima de Souza.
Conhecido como Kuka Lima.
Empresário do setor da Carcinicultura, diretor do bloco Caju e um dos fundadores do Carnatal, Kuka sofreu um AVC há 12 dias.
Há 2 dias os médicos decretaram morte cerebral.
Mas só agora, às 21 horas, o coração dele parou de bater.

20 de maio de 2008 às 20:50

Pressão alterada leva a governadora Wilma de Faria ao hospital [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os interessados em rachar o PSB conseguiram uma coisa: estressar a governadora Wilma de Faria.
No final da tarde, por volta das 18h, Wilma teve a pressão arterial alterada e foi atendida no Hospital do Coração.
Segundo informação do secretário de Comunicação, Rubens Lemos Filho, a governadora foi atendida pelos médicos Alexandre Costa e pelo sobrinho, Rui Faria Filho.
Depois de medicada ficou um tempinho em observação e já está em casa repousando.
Os médicos aconselharam Wilma a descansar, mas segundo Rubinho, a agenda dela amanhã só será alterada se ela determinar.
Ela deve aproveitar o feriado para se desligar dos problemas políticos.

20 de maio de 2008 às 20:49

Fafá Rosado e Wilma de Faria farão festa juntas em Mossoró [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A prefeita Fafá Rosado fará festão, coladinha com a governadora Wilma de Faria, no próximo dia 29.
Para inaugurar as praças da Criança, do Esporte e da Convivência…
Três etapas do projeto de urbanização da avenida Rio Branco, que é uma parceria entre a Prefeitura de Mossoró e o governo do Estado, com obras que totalizam o valor de 10 milhões de reais.
As duas já fizeram festa para inaugurar a Praça de Eventos e o prolongamento da via que liga a Rio Branco a BR-304, na saída para Fortaleza.

20 de maio de 2008 às 13:22

Em entrevista à ISTOÉ, Agripino pede desculpas a Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em entrevista à revista IstoÉ que está nas bancas, o senador José Agripino Maia pede desculpas à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Entenda o assunto na reportagem que o Blog publica, na íntegra:

\”\”DESCULPE, MINISTRA DILMA"
Líder do DEM no Senado diz que não pretendia desrespeitar a chefe da Casa Civil e admite que o seu partido não tem falado para o povo

Por OCTÁVIO COSTA E RUDOLFO LAGO

Há duas semanas, no depoimento da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Comissão de Infra-Estrutura do Senado, o senador José Agripino Maia, líder do DEM, fez uma pergunta que permitiu à ministra dominar a cena e acuar a oposição. Era uma chance para que os oposicionistas pressionassem a ministra a dar respostas sobre o mais recente escândalo que incomoda o governo: o vazamento de informações sobre gastos do governo Fernando Henrique. Ao ser procurado por ISTOÉ para falar das dificuldades que o DEM enfrenta no combate ao governo Lula, Agripino sentiu que seria a oportunidade de se redimir do erro que cometeu. Cuidadosamente, fez questão de redigir em duas folhas de bloco com uma lapiseira fina o pedido de desculpas à ministra da Casa Civil que se seguiu a uma pergunta sobre o episódio. "Aproveito esta entrevista à ISTOÉ para pedir desculpas à ministra Dilma. Reconheço que cometi um erro", afirmou Agripino.
Com relação ao programa do DEM de livre iniciativa e de diminuição do Estado brasileiro, Agripino reconhece que o Estado paternalista ainda faz sucesso para grande parte da sociedade que, beneficiada pelos programas do governo e pela estabilidade econômica, vive melhor e eleva a popularidade de Lula. Enquanto isso, o DEM corre o risco de eleger pouquíssimos prefeitos nas próximas eleições nas capitais e nas grandes cidades. Aos 63 anos, Agripino, que já foi prefeito de Natal e governador do Rio Grande do Norte, afirma que seu partido sofre com esse fosso, mas acha que o DEM deve insistir nas suas posições, certo de que no futuro essa nitidez ideológica lhe trará dividendos. "É verdade, às vezes o reconhecimento demora, mas é preciso insistir", prega ele.

ISTOÉ – A oposição hoje tem um campo de atuação bastante estreito, imprensada pela popularidade de Lula. Isso permite ao presidente afirmar que vai fazer seu sucessor. É correta essa avaliação?
José Agripino Maia – Eu acho que cada vez que o presidente cresce na popularidade, ele começa a dizer coisas que um estadista não diz. O presidente, que está vivendo um momento de popularidade alta em decorrência do desempenho da economia, está cometendo um pecado capital. Ele teria condições tranqüilamente de consolidar a reforma política, que está parada na Câmara por falta de vontade política do governo. As reformas sindical e trabalhista não passaram da distribuição de R$ 100 milhões às centrais sindicais. A ampliação da reforma da Previdência não é sequer falada. Para fazer reformas, você tem que contrariar interesses. Para contrariar interesses, você precisa ter força política, que o presidente neste momento tem e não está sabendo usar em benefício do futuro do País.
ISTOÉ – As críticas que o sr. faz não encontram eco suficiente na sociedade. O que está faltando à oposição?
Agripino – O processo de amadurecimento político de qualquer país se faz pela compreensão das idéias dos partidos. O Brasil – e esse é um defeito que temos – habituou-se a prestigiar pessoas, e não partidos. O presidente da República, com a sucessiva edição de medidas provisórias, entope a pauta do Congresso, e o Congresso, com as suas virtudes e os seus defeitos, tem perdido prestígio junto à comunidade. Poucos partidos políticos hoje têm nitidez de idéias. O meu partido, pela sua formação programática, é pelo fortalecimento da iniciativa privada, contra o gigantismo do Estado e é por natureza contra o aumento de carga tributária. Atribui-se ao presidente os bons resultados da economia, mas esse desempenho se deve em grande parte a fatores externos.
ISTOÉ – Mas o governo não tem responsabilidade nenhuma nisso?
Agripino – O Brasil hoje é refém do preço das commodities. Temos a inflação sob controle pelo que se fez no Plano Real, que vem de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, e pela responsabilidade fiscal praticada por Henrique Meirelles, pelo ex-ministro Antônio Palocci, que Lula continua a avalizar. Isso produziu inflação sob controle e receitas suficientes que permitem que os programas sociais sejam feitos, promovendo bem-estar para as pessoas, com nível de emprego crescente. Isso dá às pessoas renda e, com a inflação baixa, condição para que elas comprem o que nunca puderam comprar. Então, você tem um nível de satisfação grande.
ISTOÉ – Esse raciocínio caberia na boca de um líder de um partido governista…
Agripino – Mas aí é que vem o erro. E se o preço das commodities, que estão produzindo esse resultado, baixar? A economia do Brasil, pela responsabilidade fiscal e pela contenção da inflação, atingiu um patamar de boa qualidade. O crescimento acima da média – média para o Brasil, não em relação aos países emergentes ou da América do Sul – se deve ao preço das commodities. Na agricultura e nos minérios, estamos exportando muito, gerando muito emprego e distribuindo muita renda. Agora, estamos perdendo o bonde da história, porque poderíamos estar num nível de competitividade muito maior. O Brasil adquiriu os vícios do governo Lula.
ISTOÉ – Que vícios?
Agripino – Gasto público de má qualidade, inchaço do Estado, aparelhamento do Estado com quadros de qualidade duvidosa, um vício que ficou permanente e que produzirá resultados negativos para o futuro.
ISTOÉ – O DEM fez mudanças para ter maior nitidez ideológica. Mas perdeu competitividade eleitoral. Não foi um erro de estratégia?
Agripino – Os partidos políticos têm um papel a desempenhar na sociedade. Cada um tem de ter um nicho de pensamento. Nós estamos desempenhando um papel, na minha opinião, histórico.
ISTOÉ – Mas pagam um preço eleitoral alto, perdem quadros e votos.
Agripino – Mas, se pegarmos a história do mundo, veremos que quem teve a coragem de representar idéias com firmeza, terminou compreendido. Assim foi na Espanha. Assim foi na Alemanha. O Partido Popular da Espanha, com [José María] Aznar, produziu enorme crescimento e hoje tem aceitação eleitoral muimuito forte. Você tem que ter a coragem para firmar as suas idéias a para vê-las compreendidas pela sociedade. É verdade, às vezes esse reconhecimento demora. Mas hoje, quando se fala em um partido político que luta contra aumento de imposto, a primeira ilação do cidadão é com o Democratas.
ISTOÉ – A opinião pública critica a carga tributária, mas ao mesmo tempo é a favor de uma presença forte do Estado. Não é sintoma de um fosso entre o discurso do DEM e o pensamento da sociedade?
Agripino – Não sei se o que a sociedade quer é Estado forte. O PAC nada mais é que um elemento de reunião, com uma boa formulação de marketing, para um elenco de ação normal em qualquer governo. Todos os governos tiveram ação nas áreas de transportes, comunicações, saúde, segurança. Os convênios eram assinados nos gabinetes dos governadores ou nas sedes das prefeituras. Hoje, são assinados em praça pública pelo presidente da República. Cabe a nós, que temos uma consciência programática forte, mostrar os bons exemplos de diminuição do Estado. Eu pergunto: será que o Estado brasileiro seria capaz de entregar à população o número de telefones que a privatização produziu?
ISTOÉ – O sr. acha que a ministra Dilma Rousseff, como mãe do PAC, tem possibilidade eleitoral real para 2010?
Agripino – Há uma diferença entre a pessoa ser gestora de um programa como o que o presidente Lula entregou a ela e sua capacidade eleitoral. A avaliação da ministra como gestora ainda está por acontecer. Os primeiros números não são favoráveis. A ministra é apontada pelo presidente Lula como candidata, até em detrimento de outros pretendentes da base aliada. Alguns mais antigos. Ainda não vejo nela a adversária a ser batida. Até porque temos a consciência de que Dilma é uma gestora em estágio probatório. Segundo ponto: para ser um grande candidato você tem de ter traquejo político e capacidade de agregação. Ela ainda não foi testada nesses dois aspectos.
ISTOÉ – Esperava-se que a ministra ficasse intimidada no depoimento no Senado. Mas, a partir de sua polêmica questão de ordem, a ministra se saiu bem. Por que não foi possível à oposição emparedá-la?
Agripino – Aproveito essa entrevista a ISTOÉ para pedir desculpas à ministra Dilma Roussef. Reconheço que cometi um erro ao formular a pergunta que eu fiz à ministra, mencionando, de forma desnecessária e indevida, a entrevista em que ela relata episódios vividos quando foi presa e torturada pelo regime de exceção. Eu não pretendia afrontá-la, e muito menos desrespeitá-la. Mas assim foi interpretado, e, por isso, peço desculpas. Mas o que eu queria e continuo a querer é a verdade sobre o dossiê sobre gastos do governo FHC. Quem mandou fazer, onde foi e com qual objetivo.
ISTOÉ – O ministro Tarso Genro afirmou que o dossiê não tipifica um crime. O sr. concorda?
Agripino – Só falta o governo dizer que o vazamento do dossiê ocorreu por descuido. É querer iludir a boa-fé dos brasileiros. Já existem nove versões do governo com relação ao dossiê. Em uma ou duas versões, é colocado de forma clara pelo governo que as informações ali contidas eram sigilosas. Mais na frente, as informações deixaram de ser sigilosas. O ministro Tarso Genro ora diz que é crime, ora diz que não é crime. Para resolver isso tudo, só há uma saída: identificar onde o dossiê foi feito, por ordem de quem e com que objetivo.
ISTOÉ – O governo imputa ao senador Álvaro Dias responsabilidade pelo vazamento das informações.
Agripino – O senador Álvaro Dias terá a oportunidade de se explicar na CPI dos Cartões Corporativos. Seguramente, vai apresentar as suas razões, as circunstâncias nas quais seu assessor recebeu essas informações e o que foi feito delas. Eu confio no senador Álvaro Dias e acho que ele terá a oportunidade de dar os devidos esclarecimentos.
ISTOÉ – Se o sr. recebesse o dossiê, procuraria a imprensa para vazá-lo?
Agripino – Eu faria um pronunciamento na tribuna do Senado. Se tivesse chegado para mim, dentro desse quadro em que eu perceberia claramente que haveria uma intenção de oferecer uma represália ou intimidação ao governo passado, eu teria ido à tribuna do Senado e denunciado claramente isso.
ISTOÉ – O DEM vem fazendo uma oposição mais radical do que o PSDB. A aliança do DEM com o PSDB está se aproximando do fim?
Agripino – Não. Em absoluto. Fizemos recentemente uma reunião em São Paulo com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen exatamente para afinar a atuação dos dois partidos do ponto de vista de estratégia de conduta. Os pontos de divergência não foram tratados até porque um fato ficou decidido: ninguém pode exigir que um partido ou o outro, se tem candidato forte numa capital, seja inibido ou obrigado a manter essa candidatura posta nas ruas. O ideal é que houvesse candidato único. Mas quem for para o segundo turno terá o apoio do outro. A identificação entre o PSDB e os Democratas no Senado foi, é e vai continuar sendo perfeita.
ISTOÉ – A perspectiva do DEM nas grandes capitais, nas eleições para prefeito, não é muito boa. Qual é sua previsão?
Agripino – Em primeiro lugar, acho que o Kassab, em São Paulo, está com um desempenho bom e tem grandes chances. No Rio, Solange Amaral está na luta e quem está na luta pode ganhar. Em Palmas, temos grandes chances. Em Porto Alegre, temos boas chances e também no Recife e em Salvador. Em Belém, a Valéria Pires é um grande quadro. Temos chances em diversas capitais importantes do País. Eu não vejo, na largada, um quadro desfavorável para o partido.
ISTOÉ – Como o sr. projeta a aliança para 2010? Os dois partidos estarão juntos numa única candidatura?
Agripino – Asseguro que por parte dos Democratas haverá o desejo de vitória, que vai estar acima de ambições partidárias. Em 2010 vai prevalecer o sentimento da racionalidade. Pelas conversas que temos tido, a relação dos Democratas e dos tucanos ensejará esse diálogo movido a compreensão.
ISTOÉ – Pelo peso de São Paulo, a tendência natural é o apoio do DEM à candidatura de José Serra?
Agripino – Isso vai ser considerado na época oportuna. É claro que a relação de Kassab é muito mais robusta com Serra. Mas o assunto 2010 só vai ser tratado depois das eleições municipais.

20 de maio de 2008 às 10:38

Com dengue, Wober Júnior foi representado pelo adjunto na reunião com a governadora [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O secretário-chefe da Casa Civil, Wober Júnior, foi sim, convocado para participar da reunião com a governadora Wilma de Faria, ontem pela manhã, onde foi feito um balanço sobre o primeiro ano da Agenda do Crescimento..
Wober não foi porque, como já foi divulgado em jornais e blogs, está se recuperando dos efeitos devastadores…não da fritura do governo, como previu a Rádio Peão…
Mas do mosquito Aedes Aegypti, que derrubou o secretário.
No momento da reunião, Wober disse que estava se submetendo a exames médicos, anteriormente agendados, já que o tipo de dengue que contraiu, acabou atingindo outros órgãos.
Na reunião, de acordo com a foto enviada pela assessoria do secretário, o Gabinete Civil foi representado pelo secretário-adjunto Hélder Maranhão.
Que ficou aí, bem sentadinho ao lado do secretários Vagner Araújo.
Quase coladinho na governadora Wilma.
Durante a reunião, a ausência de Wober foi justificada.

Foto: Márlio Forte\"\"                                                    Da esquerda para a direita: Iberê, Wilma, Vagner e Hélder Maranhão

 

 

20 de maio de 2008 às 0:52

Wilma faz reunião trimestral só com os secretários imexíveis [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A versão oficial, da reunião trimestral da governadora Wilma de Faria, dessa vez só com parte do seu secretariado, nesta segunda-feira, era que apenas os auxiliares ligados à Agenda do Crescimento foram convocados, já que a reunião tinha como objetivo avaliar a Agenda.
Agora a versão da Rádio Peão do Centro Administrativo:
A reunião era para apresentar os auxiliares oimexíveis.
E lá estavam o vice e secretário Iberê Ferreira de Souza, Vagner Araújo, Marcelo Rosado, Fabian Saraiva, Dâmocles Trinta, Fernando Fernandes, Adalberto Pessoa, Jader Torres, Rubens Lemos, Ruy Pereira e… Larissa Rosado.
Ela ficaria…mas sai para ser candidata em Mossoró.
Ainda da versão Rádio Peão:
A ausência dos secretários Miguel Weber, Ana Cristina Cabral, Adelmaro Cavalcanti, Carlos Castim e Wober Júnior…não foi um bom sinal…

20 de maio de 2008 às 0:51

Renato Dantas se submete a um cateterismo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Deu no VersatilNews (www.versatilnews.com.br)..
Que o vereador Renato Dantas, do PMDB, que está internado na Promater desde sexta-feira, quando sofreu uma isquemia cerebral, submeteu-se a um cateterismo na noite desta segunda
Segundo o site, o estado de saúde do parlamentar inspira cuidados.

20 de maio de 2008 às 0:04

Alexandre Macedo calcula em votos a queda da deputada Micarla de Sousa [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O publicitário Alexandre Macedo, no seu comentário desta segunda, na 96FM, comparou a pesquisa Consult/Nominuto publicada no final de semana com uma da mesma Consult publicada mês passado.
E calculou, em número de votos, o que considerou uma queda da deputada-candidata Micarla de Sousa.
Segundo disse Alexandre na sua participação diária na emissora, Micarla que em abril tinha 48,3%, caiu para 39,75%…perdendo o equivalente a 43 mil votos.

20 de maio de 2008 às 0:02

Cenário de abril não tinha Fátima: o PT era representado por Mineiro e Virgínia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Experiente na arte de analisar pesquisas, já que há quase 20 anos se dedica a isso nos períodos de campanhas eleitorais, sempre vitoriosas, Alexandre sabe bem o que está dizendo.
Mas aqui, no meu papel de observadora, faço minhas contas e chego à seguinte conclusão:
Não dá para comparar a pesquisa de agora com a do mês passado.
No cenário de agora temos como candidatos Micarla de Sousa, Fátima Bezerra e Rogério Marinho.
Na de abril estavam lá nas entrevistas distribuídas pela Consult, os nomes de Micarla, Rogério…e do PT, Fernando Mineiro e Virgínia Ferreira.
Fátima estava fora do processo.
Havia desistido de disputar.
Portanto, pra mim essa é a primeira pesquisa valendo.
E só poderá ser comparada às próximas.

20 de maio de 2008 às 0:01

Fátima não ultrapassou Rogério porque ela já estava à frente dele [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E engana-se quem diz que nessa pesquisa de agora, Fátima Bezerra ultrapassou Rogério Marinho.
Não ultrapassou.
Fátima e manteve na posição que sempre esteve.
Basta se lembrar…que em todas as pesquisas feitas deeesde o comecinho do processo que os números apontavam a seguinte ordem:
Micarla em primeiro.
Luiz Almir em segundo.
Fátima Bezerra em terceiro.
E Rogério em quarto.
Aí Luiz Almir saiu.
E Fátima também.
Só que Fátima voltou.
E pela ordem…ficou no lugar onde sempre esteve.
Atrás de Micarla e à frente de Rogério.
Eu me lembro muito bem.