Thaisa Galvão

13 de novembro de 2011 às 23:28

Stock Fino no Cidade Jardim [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Midway para o Shopping Cidade Jardim…

Estreou neste fim de semana, no mix do Cidade Jardim,  a loja Stock Fino Baby.

13 de novembro de 2011 às 21:19

Hermano Morais volta a Natal com América vitorioso [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Prefeitável, o deputado Hermano Morais (PMDB) contabiliza vitória na noite deste domingo.

Presidente do América, ele volta de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, com o clube na vice-liderança do Grupo E do Campeonato Brasileiro da Série C.

No Estádio Passo das Emas, o América enfrentou o Luverdense e venceu com um placar de 2 a 0.

O time potiguar soma agora soma 5 pontos, contra 10 do líder e já classificado CRB, e contra 4 do principal adversário, o Paysandu.

 

13 de novembro de 2011 às 20:54

Mudança na Maria Lacerda dificulta tráfego entre BR-101 e Ponta Negra [5] Comentários | Deixe seu comentário.

O que têm a dizer o Detran, o DER e a Semob sobre a mudança no tráfego da avenida Maria Lacerda Montenegro, em Nova Parnamirim?

Via importante ligando a BR-101 à Cidade Verde – um pulo para quem sai de Parnamirim (aeroporto, por exemplo) para áreas da capital como Ponta Negra, a avenida de uma hora para outra…virou apenas mão de quem sai de Nova Parnamirim para a BR-101.

Houve algum estudo antes da alteração?

A via, que é de Parnamirim, mas, mais do que é isso, é uma via de acesso da Região Metropolitana, foi alterada para beneficiar – se é que beneficiou – apenas os moradores da região.

A Prefeitura de Parnamirim se esqueceu que a cidade está integrada à capital.

Em tempos de grandes engarrafamentos, uma via de escape simplesmente desaparece.

Resta para os motoristas que se dirigem à Cidade Verde e consequentemente à Ponta Negra, a avenida Abel Cabral.

Mas aí o sentido de via de escape não funciona, porque da Abel Cabral tem que se pegar – voltando – a Ayrton Senna com todos os seus problemas de uma via estreita e engarrafada.

Perdeu o sentido.

E eu pergunto.

O que têm a dizer sobre isso o Detran, o DER e a Semob?

 

13 de novembro de 2011 às 20:30

Leitor denuncia caos na administração de Jardim de Angicos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do leitor Joab Amorim, e-mail que publico, na íntegra:

Amiga

Por favor publique este comentário em nome dos servidores da Prefeitura de Jardim de Angicos que estão com os salários atrasados há mais de 5 meses.

Os agentes de dengue não trabalham há mais de 2 anos por falta de pagamento de salários, isso porque o Ministério da Saúde manda um incentivo a cada quadrimestre, mesmo assim o prefeito não paga.

A Secretaria Municipal de Saúde faz 7 anos que não tem um telefone. Na verdade, nenhuma Secretaria tem telefone. Usam um orelhão.

O Município está deixando de receber vários convênios por não ter internet.

Não tem energia em nenhum prédio público, já foram feitas várias denúncias ao Ministério Público, mas não foram tomadas providências.

O comércio da cidade está fechando.

Peço SOCORRO em nome dos servidores públicos municipais de Jardim de Angicos.

Acesso o seu Blog diariamente, por favor.

joabamorim@bol.com.br

Do Blog – Se a situação do município é essa pintada pelo leitor Joab, então foi com o prefeito de Jardim de Angicos que o prefeito de Paraú fez escola.

13 de novembro de 2011 às 15:25

Renato Garcia no Mercado Aberto da Folha [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na página “Mercado Aberto”, do caderno Mercado, da Folha de S. Paulo de hoje, destaque para Renato Garcia.

Ex-secretário de Turismo do Estado e atualmente sócio brasileiro de uma empresa gestora de fundos de investimentos, o natalense se diz um profissional tranquilo e longe da concorrência.

Clique abaixo para ler:

Folha de S. Paulo de hoje

nn

13 de novembro de 2011 às 8:00

Para Erick Pereira, uma reforma política agora ainda não vai frear os excessos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mestre em Direito do Estado e Doutor em Direito Constitucional pela PUC/SP, o advogado natalense Erick Wilson Pereira tem sido uma fonte consistente de informações quando o assunto é lei da Ficha Limpa, Reforma Política, Direito Eleitoral…

Erick tem sido constantemente consultado pela imprensa local e nacional.

Essa semana ele participou, em São Paulo, do Congresso Internacional de Direito Eleitoral, onde foram abordados exatamente os temas mais debatidos pelo advogado, entrevistado de hoje no quadro FIM DE SEMANA:

Thaisa Galvão – Qual a crítica que o senhor faz aos partidos diante da constante ausência de uma Reforma Política?

Erick Pereira – Tendo como principal função intermediar o diálogo entre a sociedade e as instituições democráticas, os partidos políticos passam a servir à perpetuação do poder constituído quando se travestem de tutores ou controladores das vontades populares, selecionando-as conforme os interesses de grupos, de forma a exercer ascendência sobre as relações de poder.

A ausência de um verdadeiro debate público consolida uma postura de subserviência aos donos do poder e distancia a construção de um espaço crítico para aqueles que deveriam ser soberanos nas escolhas dos seus mandatários.

Na falta de discussões sobre temas polêmicos, como a reforma eleitoral e partidária tomam assento os jogos midiáticos, os factóides e os debates periféricos. As mudanças seguem o dito de Tomasi di Lampedusa, para quem é preciso que tudo mude para que tudo se mantenha.

Thaisa Galvão – Há, então, crise de representatividade? E as coligações ajudam ou atrapalham?

Erick Pereira – O maior exemplo desta distorção foi o constrangimento da eleição do palhaço Tiririca. Suspeita-se, também, que o propulsor da candidatura do palhaço não tenha sido o incentivo materno, mas a astúcia de lideranças do PR em escolher um grande puxador de votos. De fato, o ultrapassado sistema proporcional previsto pela legislação eleitoral propiciou a eleição de três candidatos coligados (PC do B, PRB e PT) que, sem os votos de Tiririca, não estariam eleitos. E, ironicamente, entre os beneficiários da expressiva votação no exótico, bizarro, esdrúxulo, qualquer que seja a denominação que os cientistas sociais dêem ao fenômeno, encontra-se o destemido e idealista delegado Protógenes (PC do B), o paladino da luta contra a corrupção a qualquer custo, o ex-policial federal que não mediu esforços para incriminar o empresário Daniel Dantas, a ponto de se incriminar. O que também não deixa de ser exótico no país dos escândalos impunes, cuja parcela alienada e inescrupulosa do eleitorado ainda apostou em “fichas sujas” notórios, a ponto de deixar, em estado de suspensão, resultados de alta relevância para o desfecho das eleições.

Thaisa Galvão – Qual a sua análise da lei do ‘Ficha Limpa’?

Erick Pereira – Abstraídas as valorosas intenções ao sabor da pressão popular, o ficha limpa não apenas amplia as causas de inelegibilidade, mas subverte o processo eleitoral mediante restrições ao exercício de direito de natureza política e ao arrepio de princípios do Direito. É, portanto, norma restritiva do exercício da cidadania pela criação de direitos políticos negativos, ao passo que o Direito Eleitoral consagra a plenitude dos direitos positivos e o respeito à soberania popular (art. 1º, parágrafo único, CF/88), o que impõe interpretação estrita, mais favorável ao cidadão, evitando-se relativizar a vontade coletiva mediante escolhas antecipadas pelo Judiciário. E, na colisão de princípios entre a soberania popular e a probidade, deve preponderar o primeiro. Mesmo assim, os julgamentos proferidos, sejam pelos Tribunais de Contas ou pelo Judiciário, merecem muitos cuidados para quem pretende submeter o nome ao eleitorado de 2012.

Thaisa Galvão – Como o senhor vê a participação da internet em 2012?

Erick Pereira – É muito salutar para a democracia. Quanto maior o número desses veículos de informação, melhor será para o eleitor. E é necessário atentar que a tão esperada e morosa regulamentação desse meio de comunicação (internet, blog, face, twitter, sites) foi surpreendentemente iniciada pelo Judiciário, o qual, a título de “interpretação sistemática” do ordenamento, legislou acerca da possibilidade da propaganda na internet, agora liberada para o pleito de 2012 na sua amplitude. Na esteira do vácuo legislativo, os argumentos dos nossos ministros mais uma vez buscaram a concretude maior da nossa Constituição.

Thaisa Galvão – Como o senhor vê os exageros cometidos em uma campanha?

Erick Pereira – Nos últimos anos, apesar das freqüentes mudanças nos tipos penais/eleitorais e no modo de operação das constantes práticas irregulares no processo eleitoral verificadas, sobretudo após o registro de candidaturas, muitas a título de barganha de benefícios individuais e a transformar a indecência em fato corriqueiro para se conseguir o voto, o nosso Poder Judiciário não fechou os olhos e não se omitiu no enfrentamento de questão relevante à própria moralidade. Por outro lado, esses exageros consentidos pela capenga legislação, dependente de uma assessoria jurídica qualificada que transferiria a segurança de fiscalização dos excessos que por ventura os adversários pretendam praticar.

Thaisa Galvão – O que é preciso para evitar tantas irregularidades? Uma Reforma Política?

Erick Pereira – Penso que a ânsia pelo poder é incontrolável. Todavia, a eficácia e legitimidade de reformas políticas passam necessariamente pelo diálogo entre organizações da sociedade civil, representações políticas e partidos políticos. O bom funcionamento de cada uma destas esferas e os acordos estabelecidos entre elas, são aspectos imprescindíveis para se afirmar práticas e valores democráticos, a exemplo da estruturação de relações de poder mais harmônicas e igualitárias, da redistribuição de oportunidades de acesso à representação política, além do fortalecimento de organizações políticas partidárias e não partidárias. Entendo que, embora tais práticas há muito venham sendo demandadas pela sociedade brasileira, não será desta vez que a reforma política resgatada pela nova legislatura as contemplará ao ponto de frear os excessos. Os debates têm sido praticamente monopolizados pelo Legislativo, em detrimento das organizações da sociedade civil.

 

13 de novembro de 2011 às 6:30

Flagrante da atuação policial, por Márlio Forte [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Imagens da sexta-feira, quando os católicos caminhavam em cortejo da Pedra do Rosário até a Catedral Metropolitana, celebrando a abertura da festa da padroeira de Natal, Nossa Senhora da Apresentação.

Ali…próximo à Pedra, no Passo da Pátria, policiais abordavam moradores sob suspeita.

E o fotógrafo-blogueiro Márlio Forte deixou a Santa passar com os fiéis e não perde um um clic…

Policiais abordaram suspeitos (Fotos: Márlio Forte)

Baculejo em cada suspeito

Policiais vistoriaram todos

Cão testemunha a cena corriqueira na região

 

 

13 de novembro de 2011 às 6:10

Os vencedores do Festival da Canção da Assembleia Legislativa [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Presidente da AL, Ricardo Motta, no encerramento do Festival

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta, prestigiou, na noite da sexta, a final da terceira edição do Festival da Canção e da Cultura Popular promovido pela AL.

Dos 24 concorrentes nas categorias Geral e Estudante, seis (3 e 3) foram premiados.

A final do Festival da Canção aconteceu na Praça Sete de Setembro, em Natal, depois das etapas realizadas em João Câmara, Macaíba e Assu, todas sob o comando da dupla da AL, Pádua Martins e Luci Dantas.

Eis a lista dos vencedores:

Categoria Veteranos:

Vencedor – Ivando Monte, autor e intérprete de O beija-flor e a flor.

Prêmio – R$ 4 mil pelo primeiro lugar e R$ 2 mil como melhor intérprete.

Ivando: o vencedor

Segundo Lugar – Zé Lima, com Repente Nordestino

Prêmio – R$ 3 mil.

Zé Lima - segundo

Terceiro Lugar – Nara Costa, intérprete de Prata ao luar, de autoria de Zeca Brasil

Prêmio – R$ 2 mil.

Nara Costa em terceiro

Categoria Estudantes

Vencedor – Ramon Vingre (Guamaré) com o reggae Meu presente é você

Prêmio R$ 2 mil e mais R$ 2 mil como melhor intérprete.

Ramon Vingre

Segundo Lugar – Glênia Santos (também de Guamaré) com Selva de Pedras.

Glênia: mais um prêmio para Guamaré

Terceiro Lugar – A dupla João Pedro e Wendel, de Brejinho, com Declaração de amor.

 

Prêmio – R$ 1 mil e um computador e impressora para a Escola José Lúcio Ribeiro.

João Pedro e Wendel em terceiro