Thaisa Galvão

8 de outubro de 2020 às 19:15

No último dia após 31 anos como ministro do STF, Celso de Mello vota pelo depoimento presencial de Jair Bolsonaro no caso da interferência na PF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para o ministro Celso de Mello, no seu último dia no STF, o presidente Jair Bolsonaro deverá prestar depoimento presencial.

Este foi o último voto de Mello após 31 anos no Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro fez uma defesa do princípio de que todos são iguais perante a lei, e votou pela recusa a um pedido de Bolsonaro, para prestar depoimento por escrito.

O presidente é parte no inquérito que apura interferência política da presidência na Polícia Federal.

Celso de Mello criticou ‘privilégios’ e ‘tratamentos especiais’ e manteve a posição que havia demonstrado em setembro, quando determinou que Bolsonaro fosse ouvido presencialmente pela PF.

O ministro disse ainda em seu voto que Sérgio Moro, que é investigado também no caso, tem o direito de encaminhar aos advogados, perguntas para serem feitas a Bolsonaro.

8 de outubro de 2020 às 19:08

Crimes que podem ter tido motivação política fazem justiça suspender a campanha no município de Pedro Velho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A juíza eleitoral da 11ª Zona Eleitoral de Canguaretama, Daniela do Nascimento Cosmo, suspendeu até o dia 15 de outubro todos os atos de campanha e propaganda política de rua no município de Pedro Velho, no Agreste do Rio Grande do Norte.

A decisão se deu após um pedido de liminar do Ministério Público Eleitoral.

O pedido do MPE se deu a partir de um episódio de violência ligado a desavenças políticas, que culminou na morte de duas pessoas e no envolvimento de outra.

Os crimes estão sendo investigados.

“O que deve prevalecer nesse momento é buscar formas de garantir a ordem pública, e garantir não somente a lisura, como a tranquilidade do pleito”, afirmou a juíza na decisão.

8 de outubro de 2020 às 17:31

Presidente faz depósito na conta de campanha de Carlos Bolsonaro e repete o erro cometido pelo deputado Sandro Pimentel que pode lhe custar o mandato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sabe aquele depósito com dinheiro do próprio salário de funcionário da UFRN, que o deputado Sandro Pimentel (PSOL) fez em sua conta de campanha, em 2018, e que responde na justiça até hoje sob risco até de perder o mandato?

O dinheiro era dele, mas ele depositou de forma diferente que exige a justiça eleitoral.

Sandro teria que ter dividido em mais parcelas, respeitando a exigência.

Falha técnica onde não há sequer indício de corrupção.

Por isso querem tomar o mandato de Pimentel.

Pois agora o presidente Jair Bolsonaro fez um depósito na conta de campanha do filho vereador candidato à reeleição, Carlos Bolsonaro.

Aí o Blog quer saber:

Se Sandro Pimentel não pode, Bolsonaro pode?

E se Bolsonaro pode, claro que Sandro Pimentel também pode.

Não é pra ser assim?

E no caso de Bolsonaro depositar de forma errada na conta do filho vereador, quem estaria colocando em risco o mandato?

O presidente ou o vereador?

Confira a falha de Bolsonarl aí na Folha:

Italo Nogueira
Ana Luiza Albuquerque
RIO DE JANEIRO


O presidente Jair Bolsonaro fez uma doação irregular em dinheiro vivo para a campanha deste ano de reeleição de seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) à Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

De acordo com dados disponibilizados pelo candidato ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o presidente fez um depósito de R$ 10 mil em espécie na conta da campanha do vereador.

A prática, da forma como descrita, contraria resolução do ano passado do TSE sobre regras para as doações eleitorais. Segundo o tribunal, contribuições em dinheiro acima de R$ 1.064,10 só podem ser feitas mediante transferência bancária ou cheque cruzado e nominal.

Procurados, o Palácio do Planalto e o vereador não comentaram o caso até a publicação desta reportagem.

No Twitter, Carlos afirmou que o depósito foi um “equívoco” e que o recurso, de origem lícita, foi devolvido e retransferido de acordo com a legislação.

“Esclareço que houve um equívoco e que tratamos de corrigí-lo imediatamente, respeitando, como sempre, as regras estabelecidas”, escreveu o vereador.

A regra foi criada em 2015 para evitar lavagem de dinheiro nas eleições. Transações em espécie não configuram crime, mas podem ter como objetivo dificultar o rastreamento da origem de valores obtidos ilegalmente. Atualmente, esse tipo de movimentação é comunicada automaticamente ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) quando ultrapassa R$ 10 mil.

Em manifestação em 2018, a PGR (Procuradoria-Geral da República) afirmou que “depósitos em espécie abrem margem para a prática de fraudes, como o uso de ‘laranjas’”.

“Além disso, a simples inclusão de CPF informado pelo depositante dificulta o controle sobre a real origem do dinheiro, que pode ter vindo de fonte vedada”, afirmou a PGR em 2018, ao divulgar a reprovação de contas de um candidato a prefeito de Rolim de Moura (RO) em razão da prática.

O advogado Alexandre Di Pietra, especialista em contas partidárias e eleitorais, afirma que há um monitoramento para avaliar a capacidade econômica dos doadores, o que exige o uso do sistema financeiro.

“O limite existe para dificultar a lavagem de dinheiro. Tem que haver uma fonte lícita para aplicação de recurso na eleição. O Nije [Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral​] analisa o banco de dados, identifica o doador, se é regular e se tem capacidade econômica. Se não tiver, emite um alerta para o TCU.”

De acordo com a resolução do TSE, o dinheiro depositado irregularmente não pode ser usado pelo candidato e deve ser devolvido ao doador. Caso seja utilizado, pode impactar na análise das contas eleitorais pelos tribunais.

Carlos ainda não apresentou despesas de campanha ao TSE. Além dos recursos doados pelo pai, o vereador também transferiu R$ 10 mil de sua própria conta bancária para a conta de campanha.

O vereador declarou ter R$ 20 mil em dinheiro em espécie como patrimônio. Ele já havia feito declaração semelhante nas eleições de 2012 e 2016.

​​A Folha mostrou no mês passado que o presidente e seus filhos fizeram sucessivas doações em dinheiro vivo para irrigar suas campanhas eleitorais de 2008 a 2014. No total, foram injetados R$ 100 mil em espécie nesse período —corrigidos pela inflação, os valores chegam a R$ 163 mil.

A prática funcionou por meio de autodoações em dinheiro vivo e de depósitos em espécie feitos por um membro da família em favor de outro. Em duas candidaturas, a utilização de cédulas foi responsável por cerca de 60% da arrecadação da campanha.

O uso frequente de dinheiro vivo no financiamento eleitoral repete hábito da família Bolsonaro de pagar contas pessoais e até quitar parcelas de imóveis com recursos em espécie, costume atualmente investigado no caso das “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Carlos também é alvo de investigação do Ministério Público sob suspeita de empregar funcionários-fantasmas em seu gabinete na Câmara. A prática é apontada pela Promotoria como uma forma de alimentar a “rachadinha”, suspeita que também recai sobre o vereador.

Jair Bolsonaro, quando deputado, também empregou funcionários-fantasmas em seu gabinete. Uma delas, a personal trainer Nathalia Queiroz, transferiu cerca de 80% de seu salário obtido no gabinete de Jair na Câmara para o pai, Fabrício Queiroz, apontado como operador financeiro da suposta “rachadinha” no gabinete de Flávio.

O elevado uso de dinheiro vivo nas campanhas destoa da prática de outras candidaturas bem-sucedidas naqueles anos.

Reportagens e dados obtidos por órgãos de investigação mostraram que a família Bolsonaro, especialmente na figura do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), já movimentou mais de R$ 3 milhões em dinheiro vivo nos últimos 25 anos.

Entre as operações em espécie, segundo as apurações, estão a compra de imóveis, a quitação de boletos de planos de saúde e da escola das filhas de Flávio, o pagamento de dívidas com uma corretora e depósitos nas contas da loja da Kopenhagen da qual o senador é dono.

O Ministério Público do Rio de Janeiro suspeita que o filho mais velho do presidente tenha utilizado recursos obtidos com o suposto esquema de devolução de salários em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa para permitir essas operações em benefício pessoal.

8 de outubro de 2020 às 17:06

Não vinga campanha por cassação e justiça eleitoral “defere” a candidatura de Claudia Regina [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Não colou, em Mossoró, o movimento para cassar a candidatura de Claudia Regina (DEM) à prefeita.

A candidatura de Claudia foi deferida pela justiça eleitoral, portanto, candidatíssima.

Em Mossoró, além de Claudia, foram deferidas as candidaturas de Isolda Dantas (PT) e Alysson Bezerra (SD).

8 de outubro de 2020 às 16:48

Outubro Rosa: Médica revela que se curou de câncer de mama e que encontrou no crossfy o fortalecimento para dia i [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ela é médica e enfrentou o que muitas mulheres no mundo enfrenta: o câncer de mama.

Elvira Azevedo fez cirurgias e todo um tratamento, acabando de vez com o que pensam as mulheres: fazem mastectomia não impede nada.

Muitas tem medo até de mexer o braço para pentear o cabelo com o braço, e Elvira revelou que pode fazer muito mais.

Confira o depoimento dela à revista Vivem Bem, mostrando que o crossfit lhe ajudou a sobrebiver.

8 de outubro de 2020 às 14:20

Canais de atendimento deixam a desejar e clientes tem que se expor em filas na Unimed Natal [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Clientes do plano de saúde Unimed de Natal estão revoltados.

A comunicação com os serviços é falha e o resultado são as filas.

Pessoas que nem poderiam sair de casa estão sendo obrigadas a recorrer ao atendimento presencial.

Telefonar não adianta e apelar para o aplicativo é esperar sei lá quantos dias…

Olhe a fila de hoje:

8 de outubro de 2020 às 10:05

Defensoria do Estado cria canal online de conciliação e mediação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Núcleo de Tratamento Extrajudicial de Conflitos da Defensoria Pública do RN, implementou um canal de conciliação e mediação virtual para os atendimentos em Natal.

O modelo consiste em um aplicativo de mensagens WhatsApp, de sessões de pré–conciliação e conciliação para conflitos familiares.

O projeto teve início em setembro e alcançou o acordo entre as partes em 90% das reuniões de mediação realizadas.

Os atendimentos do NUTEC estão ocorrendo de forma virtual, através da Central de WhatsApp da DPE/RN, no telefone 84 99814.1118 e um aumento de 32% nos atendimentos já foi registrado.

8 de outubro de 2020 às 9:56

Scanner que vai detectar se há drogas nos embarques pelo porto chega a Natal e já está sendo instalado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O tráfico internacional de drogas que tem Natal como ponto de partida, ou de escala, terá mais dificuldades a partir de agora.

É que, finalmente, o tão cobrado scanner chegou.

O equipamento, esperado há anos por empresas que transportam através do porto, fará uma radiografia de tudo o que for embarcado nos navios em Natal.

Um scanner de contêiners que já começou a ser instalado e assim que começar a funcionar, a Receita Federal passará a receber diretamente as imagens geradas pelo equipamento.

“Assim, pode-se comprovar que foi dado mais um passo no sentido de transformar a operação e aumentar a credibilidade do Porto de Natal, qualificando-o como porta de entrada e saída do empresariado da região”, diz uma nota emitida pela Codern.

8 de outubro de 2020 às 3:57

Bolsonaro adianta que seu ministro da Secretaria Geral da Presidência vai para o TCU [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com a vaga aberta no Tribunal de Contas da União, o presidente Jair Bolsonaro vai indicar o atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Jorge Oliveira.

Bolsonaro foi avisado pelo ministro José Múcio, atual presidente do TCU, que vai se aposentar em 31 de dezembro deste ano, antecipando em 2 anos e 9 meses o prazo da aposentadoria compulsória (quando servidores completam 75 anos).

O cargo é vitalício até o servidor completar 75 anos.

O tribunal tem nove ministros, sendo seis indicados pelo Congresso e três pelo presidente da República.

8 de outubro de 2020 às 0:09

Uber se nega a levar cadeirante [3] Comentários | Deixe seu comentário.

Preconceito.

Discriminação.

Foi isso que ficou claro quando um cadeirante de Natal tentou fazer uma viagem de uber nesta quarta-feira, mas não conseguiu.

O motorista alegou que a cadeira iria sujar o carrro dele.

O Blog prefere não expor os nomes, mas levanta o assunto para que o mau exemplo não seja seguido.

No vídeo, a voz feminina é da mãe do cadeirante.